segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Afogamentos matam 77 por mês em SP
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que, a cada mês, 77 pessoas morrem, em média, vítimas de afogamentos no Estado. Apenas sete são internadas mensalmente, indicando alto índice de vítimas fatais nessas ocorrências.
A pasta faz um alerta para os cuidados que banhistas devem ter no mar, piscinas, rios, lagos e cachoeiras (veja dicas abaixo).
Em 2010 (último dado consolidado disponível) houve 931 óbitos por afogamentos. Em 2009, foram 922.
Já a média de internações por afogamento foi de sete por mês no Estado em 2010, alcançando um total de 91 pacientes. Em 2009, o número havia sido30% menor, com 63 internações no ano, representando média de cinco por mês.
Segundo o gerente operacional do Grau (Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências) da Secretaria, Jorge Michel Ribera, os números são expressivos. Para ele, as condições naturais com temperaturas altas, especialmente no verão, a larga disposição de água doce na capital e no interior e a vasta extensão de praias no litoral aumentam potencialmente os riscos de acidentes.
O médico chama a atenção para os afogamentos específicos de crianças. Segundo ele, é um tipo de acidente comum especialmente em churrascos à beira de piscina. Os pais costumam relaxar acreditando que todos ao redor estão observando as crianças e não se atentam ao fato de que as festas trazem naturalmente muita distração.
“Quando fazemos o atendimento de crianças que se afogam, percebemos que é sempre algo muito doloroso para os pais e amigos, pois é um acidente que poderia ser evitado apenas com um pouco mais de atenção e observação”, diz. “A piscina normalmente traz uma falsa impressão de segurança”, alerta Ribera.
Já para os adultos, o maior perigo está na combinação com de excesso de confiança e consumo de bebidas alcoólicas. “O óbito por afogamento é extremamente evitável. É uma questão de conscientização”, afirma o médico.
Socorro
Tão importante quanto saber evitar o afogamento, é saber como prestar socorro. O ideal é que pessoas sem treinamento apropriado não tentem fazer salvamentos sozinhas com o próprio corpo, colocando a própria vida em risco. O mais adequado é fornecer para a vítima objetos que flutuem ou que sirvam como uma corda. Até mesmo uma garrafa pet pode ajudar a evitar um afogamento. É fundamental buscar socorro de salva-vidas ou bombeiros. A remoção da vítima deve ser feito pelos membros (pernas e braços) e jamais pode haver a compressão do abdômen. Fora d’água, a vítima deve ser colocada de lado, ter sua roupa molhada removida e ser aquecida até que haja atendimento profissional.
12 dicas para evitar afogamentos:
1- Designe uma pessoa específica para tomar conta de crianças. Essa pessoa deve, por exemplo, reduzir o consumo bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente nas crianças;
2- Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina;
3- No clube, lembre-se de que o salva-vidas tem um grande universo de pessoas para observar e de que a visão dele pode ser prejudicada pelo ângulo ou pela movimentação das pessoas;
4- Em locais de correnteza, jamais desobedeça a sinalização do Corpo de Bombeiros;
5- No mar, em rios e outros locais com correnteza, o ideal é que o nível da água não ultrapasse a cintura do banhista para que ele não seja surpreendido por depressões no solo ou ondas e correntes inesperadas;
6- Se for para o fundo usando uma boia, jamais a abandone, mesmo que perca o controle da situação;
7- Caso se sinta em perigo, evite gritar e não nade contra a correnteza para poupar o fôlego e evitar a fadiga. Sinalize pedido de ajuda com os braços e procure boiar.
8- No caso de perder o controle do corpo em rio, nade no mesmo sentido da correnteza e procure avançar lentamente pelas laterais até alcançar as margens.
9- Não mergulhe de cabeça em depósitos naturais de água, pois o fundo está em constantes transformações. O choque com o fundo pode causar de desmaios a sérios danos à coluna vertebral, expondo à vítima ao agravante de afogamentos.
10- Não entre na água caso esteja alcoolizado. A bebida alcoólica faz com que o banhista perca seu senso crítico relação ao mergulho.
11- Procure evitar mergulhos solitários. Sempre tenha uma companhia, que possa ajudá-lo no caso de imprevistos.
12- Evite ou redobre a atenção com mergulhos noturnos, há risco de acidentes com redes de pescadores (no caso de mares e rios) e a visibilidade do ambiente fica bastante limitada.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Sírio-Libanês assume gestão de hospital e ambulatório estadual em SP
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oficializou nesta sexta-feira, 27 de janeiro, acordo com o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês, para gestão do Hospital Geral do Grajaú e do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Interlagos, ambos na zona sul da capital.
Os dois serviços estaduais atendem, pelo SUS (Sistema Único de Saúde), a uma população de mais de dois milhões de habitantes que moram entre os bairros Capela do Socorro e Parelheiros. É a primeira vez que o Sírio passa a administrar unidades públicas estaduais de saúde, sob o modelo de OSS (Organização Social de Saúde) implantado desde 1998 pelo governo paulista.
Com contrato para os próximos cinco anos, o Sírio deverá receber mais de R$ 600 milhões da Secretaria para administrar o hospital e o AME. Para 2012 o orçamento do hospital do Grajaú cresceu 16,7%, passando de R$ 89 milhões para R$ 103,8 milhões. O AME teve seu orçamento reajustado em 11,5%, passando de R$ 10,4 milhões para R$ 11,6 milhões em 2012.
No Hospital Geral Grajaú, referência em maternidade de alto risco e de atendimento de média complexidade, o contrato prevê 14.496 internações e 288 mil atendimentos de urgência no primeiro ano. Além disso, a OSS deve garantir a realização de pelo menos 1.200 exames de ultrassonografia ainda em 2012. Os contratos são flexíveis e ajustados conforme a demanda. O hospital tem atualmente 246 leitos operacionais e 1.245 funcionários.
Já no AME Interlagos, referência ambulatorial na região, o contrato prevê a realização de 102.960 atendimentos ambulatoriais por ano entre as 20 especialidades médicas que a unidade oferece, 50.088 atendimentos não médicos, 1.620 cirurgias ambulatoriais e 6.576 diagnósticos em radiologia, endoscopia e especialidades.
Segundo a diretora geral do Hospital Geral do Grajaú e do AME Interlagos, Jocelene Batista Pereira, este tipo de parceria com OSS permite utilizar recursos do Estado para melhorar a assistência em saúde aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com gestão eficiente e ágil.
“Queremos aprimorar ainda mais essa gestão, conseguindo manter o custo previsto no orçamento mas mantendo um padrão de excelência e qualidade ao atendimento médico prestado à população. Pretendemos também ampliar a área de ensino e pesquisas na unidade”, diz a diretora.
A expectativa é que, durante a vigência do contrato de gestão, a Secretaria amplie do número de cirurgias realizadas pelo AME e promova a implantação de um hospital-dia para prestar atendimento e assistência aos pacientes que serão submetidos a procedimentos terapêuticos, pequenas cirurgias e aqueles que necessitam de observação de até 12 horas.
O modelo de hospital-dia visa proporcionar melhor gestão dos leitos de internação clínica e cirúrgica, possibilitando ampliar o atendimento, além de permitir ao paciente permanecer mais tempo com a família.
Em relação ao Hospital Geral do Grajaú, a prioridade é rever os fluxos do pronto-socorro e a estrutura física para melhor atender aos pacientes, em parceria e integração com os demais serviços de saúde existentes na região. Gradativamente a unidade deverá se tornar referência em atendimentos especializados em neurotraumas, incluindo a realização de neurocirurgias.
“O SUS paulista ganha dois equipamentos públicos de saúde com a grife do Sírio Libanês, um hospital reconhecido pela excelência e qualidade de seu corpo clínico e administrativo”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.
Organizações Sociais de Saúde
Atualmente 37 hospitais, 38 ambulatórios, 1 centro de referência, duas farmácias e três laboratórios de análises clínicas do Estado são administrados por Organizações Sociais de Saúde. Os novos hospitais, inaugurados desde 1998, colocaram a serviço do SUS cerca de 6.000 novos leitos no Estado de São Paulo.
O contrato de gestão com as OSS define as metas assistenciais de saúde que o hospital deverá atingir, seja de quantidade ou qualidade.
O Estado tem a responsabilidade da manutenção financeira desses hospitais e controla onde e como é investido o dinheiro público.
Mensalmente o governo paulista recebe um relatório com a prestação de contas das OSS, contendo a discriminação dos gastos e do atendimento realizado. O documento é encaminhado, posteriormente, ao Tribunal de Contas do Estado e a uma comissão composta por dois representantes do Conselho Estadual de Saúde, outros dois da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa e por técnicos indicados pela Secretaria, garantindo a transparência do processo.
As Organizações Sociais de Saúde paulistas inspiraram modelos similares adotados por estados como Rio de Janeiro e Bahia, além de municípios como São José dos Campos, Guarulhos e a capital paulista.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Artigo - Revolução de um centenário
A epidemia de Aids no Brasil acaba de completar três décadas, com importantes conquistas como a drástica redução da morbimortalidade graças à universalização do tratamento gratuito dos infectados com coquetéis de antirretrovirais e bem sucedidas políticas de prevenção, mas com inúmeros desafios como as dificuldades em se descobrir uma vacina eficaz e a preocupante incidência de transmissão entre adolescentes jovens.
Disseminou-se entre os jovens a falsa ideia de que é possível conviver tranquilamente com o vírus HIV, o que é um verdadeiro absurdo. Por dia, nove pessoas morrem de Aids somente no Estado de São Paulo, segundo dados epidemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde.
As pessoas que adquirem vírus, ao desenvolver a doença, passam a ter uma vida limitada, com inúmeros comprimidos para tomar diariamente, efeitos colaterais da terapia medicamentosa, acompanhamento médico obrigatório e chances de infecções oportunistas das mais diversas naturezas. Sem falar no preconceito, que infelizmente ainda persiste, contra os soropositivos.
Como médico e diretor de um hospital referência em infectologia que recebeu os primeiros casos de Aids na década de 1980, penso que repensar o combate à doença, assim como buscar novas respostas e tratamento para outras moléstias infectocontagiosas é oportuno e essencial. O Instituto de Infectologia Emílio Ribas vem se preparando, nos últimos três anos, para enfrentar este desafio.
O tripé assistência-ensino-pesquisa é fundamental em qualquer hospital-escola. No Emílio Ribas, hospital de administração direta, as três áreas vêm passando por transformações, de modo a atender melhor os pacientes mas também em busca do aperfeiçoamento da produção científica e da transmissão do conhecimento aos futuros médicos e profissionais de saúde que irão se dedicar ao tratamento de doenças transmissíveis.
Neste sentido, desde 2009 o hospital mantém convênio, discutido havia quatro décadas, mas nunca implantado de fato, com a Fundação Faculdade de Medicina, uma entidade de apoio à assistência, ensino e pesquisa que auxilia o Hospital das Clínicas da FMUSP a ser o maior e mais bem conceituado hospital público da América Latina. O modelo de fundações de apoio é importante para ajudar a aprimorar a gestão, bem como a produção científica dos hospitais de ensino como o Emílio Ribas, Dante Pazzanese e os HCs de São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas e Botucatu.
Na área de assistência, o Emílio Ribas poderá ativar mais 100 leitos em seu prédio de internações, cujo espaço era ocupado para atendimentos ambulatoriais. Com investimentos de R$ 6 milhões por parte do governo do Estado, um novo prédio de ambulatório, reformado e equipado, foi colocado à disposição dos pacientes e corpo clínico, ampliando a capacidade de consultas com especialistas em quase 70%, de 3 mil para 5 mil.
O Instituto vem se envolvendo cada vez mais em projetos de prevenção e promoção de saúde, levando mensagens de alerta para além das portas da unidade hospitalar, a exemplo da recente campanha “Aids, ela não perde uma balada”, promovida em casas noturnas tradicionais de São Paulo, apoiada por uma estratégia de comunicação nas redes sociais e que contou com a parceria de artistas como Adriane Galisteu e Paulo Ricardo.
E por falar em expansão de fronteiras, o Emílio Ribas ganhou em dezembro sua primeira “filial”. Um hospital com total de 54 leitos no município do Guarujá, totalmente voltado para o atendimento de doenças infecciosas e parasitárias, vital para uma região com alta incidência de Aids, dengue, leptospirose e surtos de diarreia.
Aos 132 anos de existência o Emílio Ribas se renova e inova para revolucionar a assistência, o ensino e a pesquisa em benefício do SUS brasileiro.
David Uip, médico infectologista, é diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Estudo vincula escolaridade a interesse por teste preventivo de HIV
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com base nos dados do Centro de Referência e Treinamento (CRT) em DST/Aids, unidade da pasta na zona sul da capital paulista, aponta que quanto maior o nível de escolaridade, maior é a procura por testes gratuitos de HIV na rede pública.
Das 5,6 mil pessoas que realizaram exames no CRT em 2011, 45,9% declararam ter estudado 12 anos ou mais, com ensino superior completo, e 37% estudaram durante oito a 11 anos. Apenas 6,9% dos que fizeram o exame estudaram por sete anos ou menos, o que significa não ter concluído nem mesmo o ensino fundamental. Os demais não souberam informar por quanto tempo estudaram.
Segundo Maria Filomena Cernicchiaro, gerente de Assistência do CRT, traçar o perfil do público que busca o teste de HIV é fundamental para que se o centro possa aperfeiçoar seu trabalho de abordagem, especialmente do público com baixo nível de escolaridade.
“É importante reforçar e aperfeiçoar o trabalho educativo, atraindo o público menos escolarizado, antes que os pacientes fiquem doentes, porque o diagnóstico precoce da infecção pelo HIV permite planejar melhor o tratamento dos pacientes, garantindo melhor qualidade de vida”, diz.
A Secretaria promove anualmente campanhas de testagem nos municípios paulistas. Em novembro do ano passado cerca de duas mil unidades de saúde em todo o Estado realizaram, durante uma semana, mais de 100 mil exames em 455 municípios paulistas. Além disso, o teste de HIV está disponível na rotina dos Centros de Aconselhamento e Testagem espalhados pelo Estado, e é oferecido gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
O estudo também aponta que 75% dos homens e 72% das mulheres que procuraram o serviço tinham entre 20 e 34 anos. O que já era esperado pela assistência da unidade, por ser a faixa em que há maior variação de parceiros, normalmente.
Ainda segundo os dados, em 54,12% dos casos, o motivo da procura foi a exposição a situações de risco. A justificativa mais comum para o não uso do preservativo foi a confiança no parceiro, citada por 7,34% dos que declararam ter parceiros eventuais e por 30,98% dos que declararam ter parceiro fixo. Para Maria Filomena, os dados mostram que o uso do preservativo ainda é um tabu por ser vinculado à infidelidade. “Nós sempre orientamos as pessoas que têm parceiros fixos a conversarem e proporem com tranquilidade o uso de preservativo caso haja relação com parceiro eventual”, disse.
A relação completa das unidades que oferecem testes gratuitos de HIV no Estado pode ser encontrada no site www.crt.saude.sp.gov.br, no link Serviços DST/Aids, clicando em “Onde Fazer o Teste de HIV?”
HC abre 63 vagas para técnicos de enfermagem
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina USP, na capital paulista, abriu concurso público para 63 vagas de técnico de enfermagem. São 61 vagas para o Instituto Central do HC e outras duas para o Hospital Auxiliar de Suzano, na Grande São Paulo.
O salário é de R$ 961,44 mensais, mais gratificações, com jornadas de 30 horas semanais. Para as vagas, são exigidos níveis técnicos em enfermagem. Os interessados deverão preencher as fichas de inscrição que estão no site do HCFMUSP (www.hcnet.usp.br), e mandar pelo correio com a documentação exigida em cada edital.
O período de inscrição vai até 10 de fevereiro. Em atendimento à Lei Estadual 12.147, de 12 de dezembro de 2005, o candidato poderá se isentar da taxa desde que comprove a doação de sangue, que não poderá ser inferior a três vezes em um período de doze meses, apresentando o documento expedido pela entidade coletora credenciada pela União, pelo Estado ou Município.
Hospital estadual em Carapicuíba orienta sobre planejamento familiar
O Hospital Geral de Carapicuíba, unidade da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, promove neste sábado, 28 de janeiro, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Carapicuíba, palestra gratuita sobre planejamento familiar. O objetivo é orientar os moradores do município e enfatizar a importância do tema para a melhor programação e organização do crescimento da família.
A palestra abordará temas como o sexo e gravidez, além de destacar métodos anticoncepcionais temporários e definitivos. Ao final da palestra, os participantes receberão um certificado.
Residentes de Carapicuíba que demonstrarem interesse também receberão encaminhamento para realização de vasectomia ou laqueadura.
“O planejamento familiar nada mais é do que um ato consciente do casal, que poderá programar quantos filhos terá, conforme suas condições econômicas e expectativas de futuro. E é oferecido na rede do SUS (Sistema Único de Saúde), gratuitamente”, destaca Regina Célia, palestrante e assistente social do Hospital Geral de Carapicuíba.
Os interessados em participar do evento devem fazer inscrição prévia (até duas horas antes do evento), na recepção do ambulatório. A palestra ocorre às 13h30 no espaço Ágape - auditório localizado no próprio hospital. Mais informações pelo telefone (11) 4185-7602.
Serviço:
Data: 28 de janeiro
Horário: das 13h30 às 15h30
Local: Auditório Ágape – Hospital Geral de C
Endereço: Rua da Pedreira, 95 – Parque José Alexandre – Carapicuíba.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Pacientes com câncer visitam ponto mais alto de SP
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), maior centro de oncologia da América Latina, promoveu na manhã desta terça-feira, 24 de janeiro, véspera do aniversário de São Paulo, um “passeio” diferente para os pacientes da unidade. Eles visitaram o ponto mais alto da cidade de São Paulo, no topo do edifício do próprio hospital, na avenida Doutor Arnaldo, que oferece vista panorâmica para toda a cidade. Cerca de 30 pacientes participaram da visita guiada.
Além de poder avistar pontos importantes da metrópole, o Parque do Ibirapuera, Horto Florestal, Estádio do Pacaembu, entre outros, o Instituto promoveu uma sessão especial do projeto Contação de Histórias. A atividade, que faz parte dos projetos de Humanização do Icesp, apresentou histórias relacionadas com à cidade de São Paulo.
SP promove curso de orientação a cuidadores de idosos
Treinamento orienta sobre cuidados com saúde e bem estar das pessoas com 60 anos ou mais
O Centro de Referência do Idoso da Zona Norte (CRI-Norte), unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, realiza, a partir do dia 1º de fevereiro, o Curso de Orientação para Cuidadores Informais de Idosos.
As atividades serão realizadas uma vez por semana e contarão com diversas palestras sobre diferentes temas que abordam saúde, bem-estar e segurança, além de dicas de como lidar com determinadas situações.
As palestras serão ministradas pelos próprios profissionais do CRI nas áreas de nutrição, saúde, assistência social e comportamento. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até esta quarta-feira, 25 de janeiro, pelo site http://www.crinorte.org.br/.
O Curso de Orientação a Cuidadores Informais de Idosos não forma profissionais, mas oferece orientações importantes para facilitar e auxiliar o trabalho dos cuidadores. As atividades serão realizadas no auditório “Dr. Luiz Roberto Barradas Barata”, no CRI – Norte, localizado na avenida Voluntários da Pátria, número 4301, ou entrada pela Rua Augusto Tolle 978. Entrada para veículos, na Rua César Zama, número 01, mas somente para embarque e desembarque de passageiros.
Programação do Curso:
01 de fevereiro (Quarta – feira)
8h30 - Introdução do Curso
Fernanda Fávere – Assistente Social
9h às 10h30 - Aspectos Sociais do Envelhecimento
Fernanda Fávere – Assistente Social
10h30 às 12h - Cuidado com os pés da pessoa idosa
Maria Lúcia Bergamini - Podóloga
8/02/2012 (Quarta - feira)
9h às 10h - Como lidar com as dificuldades de comunicação e engasgo
Daniela Horikawa - Fonoaudióloga
10h às 12h - Alimentação Saudável para idosos dependentes
Amabile G.Bezerra - Nutricionista
15/02/2012 (Quarta - feira)
9h às 11h30 - “Cuidar com qualidade: Orientações de higiene e medicamentos; cuidados com portador de demência e situações de riscos de vida para idosos”
Manoela Pires Couto – Enfermeira
Djanira Rodrigues Evangelista - Enfermeira
29/02/2012 (Quarta – feira)
9h às 10h – Envelhecimento, atividade física e qualidade de vida
Silvio Alabarse – Educador Físico
10h às 12h – Como prevenir QuedasComo transferir o idoso no domicílio
Caroline Gomes Ferreira - Fisioterapeuta
07/03/2012 (Quarta - feira)
9h às 10h – Escutas criativas para um cuidador integrativo
Paulo Betencourt – Musicoterapeuta
10h às 12h – Como lidar com as alterações de comportamentoEstratégias para estimular a memória
A Importância da Independência
Giovanna Amato – Terapeuta Ocupacional
14/03/2012 (Quarta – feira)
9h às 10h - Cuidados especiais com a Saúde Bucal
Katya Blat - Dentista
10h às 12h - Finitude
Isabel Leite – Psicóloga
22/03/2012 (Quinta – feira)
9h às 10h30 - Doenças mais comuns na Velhice
Loretta Di Giunta – Geriatra
10h30 às 12h
– Encerramento
Começa semana especial de atrações no Instituto Butantan
O Instituto Butantan, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, preparou uma programação especial de férias, para pessoas de todas as idades, que começa hoje, 24 de janeiro, e vai até o próximo domingo, 29.
Atrações educativas, espaço de leitura e jogos, contação de histórias e até um teatro de fantoches são algumas das opções. São esperadas mais de 8 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos (confira abaixo a programação completa).
Entre as atrações, o instituto também vai realizar atividades lúdico-educativas com o objetivo de sensibilizar o público sobre o papel dos animais no meio ambiente, bem como apontar sua importância para a saúde humana. Além disso, quem passar pelo local, terá a apresentação de alguns animais peçonhentos durante a oficina “Saiba Mais”, onde os visitantes poderão tocar nos bichos.
Filmes também serão apresentados durante a mostra “Ver Ciência”. Em cartaz, documentários de produção nacional e internacional com temas sobre história natural, biodiversidade e conservação. Seis diferentes atividades educativas, voltadas a todas as idades, serão apresentadas durante a semana especial de férias no Instituto.
“A nossa intenção é alinhar educação com entretenimento durante o período de férias.”, relata Fan Hui Wen, diretora da Divisão Cultural do Instituto Butantan.
O Instituto Butantan fica aberto de segunda a domingo, das 8h às 17h. Os museus abrem de terça a domingo, das 9h às 16h30, e a entrada custa R$ 6. Estudantes com identificação pagam R$ 2,50 e crianças de até sete anos, idosos a partir de 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam. O ingresso dá direito à entrada nos três museus. A programação cultural completa pode ser encontrada no site http://www.butantan.gov.br/ferias2012/
O Instituto Butantan fica na Avenida Vital Brasil 1.500, Butantã, Zona Oeste.
Atividades
Período: 24/01/2012 a 29/01/2012
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Durante a semana de férias do Instituto Butantan serão realizadas diversas atividades, educativas e gratuitas, para diferentes públicos.
A seguir, o calendário, a descrição e os limites de cada atividade:
Espaço de leitura e jogos
Público: todas as idades
Período: 24 a 29 de janeiro de 2012
Horário de funcionamento: 14h às 17h
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Espaço aberto para leitura de livros e jogos sobre o tema dos animais e da natureza. Educadores dos museus do Instituto Butantan estarão presentes para explicação dos jogos educativos a todos os interessados.
Não é necessária inscrição prévia.
Atividade 1 – contação de estórias sobre animais
Público: todas as idades
Período: 24 a 29 de janeiro de 2012
Horário: 14h às 14h30
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Não é necessária inscrição prévia.
Atividade 2 – O fim da picada
Público alvo: 6 – 10 anos
Período: 24 a 27 de janeiro de 2012
Horário: 14h30 às 15h30
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Vagas: 20 crianças
Necessária inscrição prévia. As inscrições acontecerão das 13h às 14h no Centro de Difusão Científica, respeitando a ordem de chegada. É necessária a presença de um responsável que acompanhe a criança durante a atividade.
Oficinas lúdico-educativas sobre o tema dos aracnídeos e miriápodes. Seu objetivo é sensibilizar o público sobre o papel ambiental desses animais, bem como apontar sua importância para a saúde humana.
24/01
· Cine animal: sessão de slides de imagens de artrópodes e conversa com a educadora.
· Oficina 1: - O que são e quem são os Aracnídeos? – mostrar às crianças exemplares dos animais vivos e fixados em álcool. Confecção e montagem de aranhas com material reciclado.
25/01
· Cine animal: sessão de slides de imagens de artrópodes e conversa com a educadora.
· Oficina 2: O que são e quem são os Miriápodes? – mostrar às crianças exemplares de centopéias. Contação de estórias: A Zeropéia de Hebert de Souza (Betinho). Jogo “O passeio da Centopéia”.
26/01
· Cine animal: sessão de slides de imagens de artrópodes e conversa com a educadora.
· Oficina 5 - O que é a teia de aranha e qual sua função? – Passear pelo IB procurando e observando os diferentes tipos de teias. Jogo: Construção de teia.
27/01
· Cine animal: sessão de slides de imagens de artrópodes e conversa com a educadora.
· Oficina 3: O que as aranhas e os escorpiões comem? – exposição de exemplares dos animais vivos e fixados em álcool focando o órgão inoculador de veneno. Alimentação: Uma aranha e/ ou escorpião e uma lacraia será alimentado com um grilo para que as crianças possam observar como é feita a captura da presa. Jogo: Pique Predador.
Atividade 3 – Saiba mais
Público alvo: a partir de 10 anos
Período: 24 a 27 de janeiro de 2012
Em dois horários: 14h30 às 15h e das 16h às 16h30
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Vagas: 20
Necessária inscrição prévia. As inscrições acontecerão das 13h às 14h no Centro de Difusão Científica, respeitando a ordem de chegada. É necessária a presença de um responsável que acompanhe os menores de idade durante a atividade.
Descrição: Conversa com os educadores do Museu Biológico sobre animais peçonhentos (serpentes, aranhas e escorpiões), apresentando aos visitantes peças de material biológico, tais como: animais taxidermizados (“empalhados”), peles, crânios e réplicas, além do manuseio de uma serpente viva no final da atividade. A cada dia o SAIBA MAIS abordará um tema diferente, como: estratégias de alimentação e defesa de animais peçonhentos, reprodução e prevenção de acidentes e primeiros socorros em caso de acidente com animais peçonhentos.
Atividade 4 – Mostra ver ciência
Público alvo: 10 anos em diante
Período: 24 a 29 de janeiro de 2012
Horário: 15h às 16h
Local: Auditório do Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Vagas: 70
Distribuição de senhas a partir das 14h no Centro de Difusão Científica, respeitando a ordem de chegada. É necessária a presença de um responsável que acompanhe os menores de idade durante a projeção do filme.
Descrição: Apresentação de filmes de curta duração e documentários sobre os temas: história natural, biodiversidade e conservação. A exibição contará com produções nacionais e internacionais, feitas para televisão e consagradas pelo público em outras versões da mostra. As produções estrangeiras serão legendadas. Consulte a programação no site do Instituto Butantan.
Atividade 5 – Teatro de fantoches: “O dia em que perdi a minha casa”
Público alvo: 6 – 10 anos
Período: 24 à 27 de janeiro de 2012
Horário: 16 às 16h30
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Vagas: 40
Não é necessária inscrição prévia.
Descrição: A peça de fantoches “O dia em que perdi a minha casa” conta a estória de um escorpião que viu seu ambiente ser degradado pelo ser humano e, em busca de um novo lar, faz diversos amigos, como a Dona Aranha, Craia – a lacraia e até mesmo uma menina. Esses novos amigos lhe auxiliam em sua busca.
Atividade 6 – Borboletas
Público alvo: 4 - 7 anos
Período: 28 e 29 de janeiro de 2012
Horário: 11h às 12h
Local: Centro de Difusão Científica do Instituto Butantan
Vagas: 20
Necessária inscrição prévia. As inscrições acontecerão das 10h às 11h no Centro de Difusão Científica, respeitando a ordem de chegada. É necessária a presença de um responsável que acompanhe a criança durante a atividade.
Descrição: Atividade lúdico-educativa sobre o ciclo de vida das borboletas e mariposas. Nessa atividade, as crianças reconhecerão as diferenças entre mariposas e borboletas, por meio de desenhos e slides com imagens e música. Além disso, poderão vivenciar o ciclo de vida destes animais, atuando inicialmente como ovos, de onde saem as famintas lagartas e, após a metamorfose dentro de um casulo, brincando como belas mariposas e borboletas.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Pacientes com câncer visitam o ponto mais alto de SP
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), maior centro de oncologia da América Latina, promove nesta terça-feira, 24 de janeiro, véspera do aniversário de São Paulo, às 9h, um “passeio” diferente para os pacientes da unidade. Eles irão visitar o ponto mais alto da cidade de São Paulo, no topo do edifício do próprio hospital, que oferece vista panorâmica para toda a cidade.
Além de poder avistar pontos importantes da metrópole, o Parque do Ibirapuera, Horto Florestal, Estádio do Pacaembu, entre outros, o Instituto terá uma sessão especial do projeto Contação de Histórias. A atividade, que faz parte dos projetos de Humanização do Icesp, apresentará histórias relacionadas com à cidade de São Paulo.
“Para o Instituto do Câncer, é uma enorme satisfação proporcionar uma atividade como essa para os nossos pacientes. Além de aprenderem mais sobre a história da cidade, podem desfrutar de uma vista privilegiada e saírem um pouco da rotina de um hospital”, avalia o diretor do Icesp, Paulo Hoff.
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) fica na Av. Dr. Arnaldo, 251 – Cerqueira César.