Curso, procurado por profissionais de todo Brasil, será realizado nesta quarta-feira, dia 12, e tem como objetivo auxiliar no atendimento à população
O Instituto Butantan, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, promove nesta quarta-feira, 12 de setembro, das 9h às 16h, um curso sobre reconhecimento de animais peçonhentos voltado a profissionais da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Serviço de Zoonose e Oficiais de Controle de Animais.
Mais de 2 mil pessoas de todo o país são capacitadas por ano pelo Instituto, com o objetivo de possibilitar aos profissionais reconhecer e adotar os cuidados básicos no cuidado em acidentes e manuseio de animais, auxiliando também no atendimento à população que encontra cobras, escorpiões e aranhas em residências ou em terrenos.
Para participar deste curso é preciso que as corporações encaminhem ofícios pelo e-mail cursos@butantan.gov.br. O Butantan também ministra outros diversos cursos, tanto para profissionais quanto para população em geral. A agenda completa está disponível no site www.butantan.gov.br .
terça-feira, 11 de setembro de 2012
HC alerta para cuidados com 'dietas da moda'
Nutricionista explica que medidas supostamente milagrosas, como a dieta do óleo de coco, não substituem reeducação alimentar e exercícios físicos
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, alerta para os riscos que as dietas da moda, tidas como “milagrosas”, podem representar à saúde da população. Segundo a nutricionista Maíra Branco, a perda de peso rápida está relacionada a um maior risco e facilidade de reganho de peso.
“A perda de água e massa magra, mantendo gordura corporal ocasiona a maior chance de flacidez. Além disso, as dietas muito restritas podem causar deficiência de vitaminas e minerais, trazendo futuros problemas para a saúde”, explica.
Uma das dietas mais comentadas atualmente é a do óleo de coco. Ela vem com a promessa de estimular o metabolismo, promover queima de gordura e reduzir a fome. Nela, recomenda-se o consumo de três colheres de sopa de óleo de coco associado a uma dieta equilibrada, na qual sugere um cardápio com 1.200 calorias diárias.
“Uma dieta com esta quantidade calórica é considerada hipocalórica, o que levaria ao emagrecimento de quem a seguisse independentemente de outras substâncias associadas”, afirma Maíra.
A nutricionista diz, ainda, que o óleo de coco é rico em gordura saturada, que em excesso tem efeitos maléficos ao organismo. O consumo excessivo de gordura saturada está associado ao aumento do colesterol.
A recomendação de ingestão total de gordura saturada, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, Associação Médica Brasileira e American Heart Association, é de até 7% de todo o valor calórico consumido.
Com essa proposta de dieta de 1.200 calorias associada a três colheres de sopa de óleo de coco, o consumo de gordura saturada chegaria a cerca de 20% do valor energético total. Isto corresponde a mais que o dobro do consumo máximo recomendado. Além disso, não existe comprovação científica sobre as propriedades atribuídas ao óleo de coco.
O segredo para o emagrecimento saudável está na reeducação alimentar através de uma alimentação equilibrada, com todos os nutrientes necessários em quantidades adequadas (carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais).
Os carboidratos devem ser preferencialmente complexos, como grãos integrais, por exemplo. As gorduras devem ser consumidas com moderação e provenientes, principalmente, de óleos vegetais, sementes oleaginosas e peixes ricos em Omega três. Já as proteínas estão presentes em leites e derivados, carnes bovinas, suínas, aves e peixes e também leguminosas.
“Lembrando que a água é essencial para compor uma alimentação equilibrada, além de atividade física regular para manter a saúde em dia”, finaliza a nutricionista.
Mitos e verdades:
Comer de três em três horas emagrece: O ideal é fracionar a alimentação em várias refeições ao dia, comendo a cada três horas. Isso favorece a manutenção do metabolismo ativo, mantendo gasto energético. É importante não confundir o comer a cada três horas com “beliscar” ao longo do dia.
Comer somente até 20h: As pessoas têm um ritmo de atividades reduzidas no período noturno, sendo por isso indicado um consumo de menores quantidades de alimentos à noite.
Café: A cafeína age como um estimulante moderado, aumentando o alerta mental e acelerando o processo do raciocínio. Pesquisadores estudaram os seus efeitos metabólicos e verificaram que a substância não só faz aumentar o gasto de energia (em aproximadamente 13%), como também eleva a termogênese celular, a mobilização de ácidos graxos e a oxidação lipídica. O consumo recomendado de café é de três xícaras pequenas de café ao dia.
Água com limão: Não existe comprovação de que auxilie no emagrecimento, mas como não há relatos de malefícios, ela pode ser consumida, sem adição de açúcar, com o objetivo de hidratação.
Remédios naturais: Não existem comprovação de seus efeitos no emagrecimento e também não se sabe se eles podem causar algum malefício a saúde dos indivíduos que os utilizem.
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, alerta para os riscos que as dietas da moda, tidas como “milagrosas”, podem representar à saúde da população. Segundo a nutricionista Maíra Branco, a perda de peso rápida está relacionada a um maior risco e facilidade de reganho de peso.
“A perda de água e massa magra, mantendo gordura corporal ocasiona a maior chance de flacidez. Além disso, as dietas muito restritas podem causar deficiência de vitaminas e minerais, trazendo futuros problemas para a saúde”, explica.
Uma das dietas mais comentadas atualmente é a do óleo de coco. Ela vem com a promessa de estimular o metabolismo, promover queima de gordura e reduzir a fome. Nela, recomenda-se o consumo de três colheres de sopa de óleo de coco associado a uma dieta equilibrada, na qual sugere um cardápio com 1.200 calorias diárias.
“Uma dieta com esta quantidade calórica é considerada hipocalórica, o que levaria ao emagrecimento de quem a seguisse independentemente de outras substâncias associadas”, afirma Maíra.
A nutricionista diz, ainda, que o óleo de coco é rico em gordura saturada, que em excesso tem efeitos maléficos ao organismo. O consumo excessivo de gordura saturada está associado ao aumento do colesterol.
A recomendação de ingestão total de gordura saturada, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, Associação Médica Brasileira e American Heart Association, é de até 7% de todo o valor calórico consumido.
Com essa proposta de dieta de 1.200 calorias associada a três colheres de sopa de óleo de coco, o consumo de gordura saturada chegaria a cerca de 20% do valor energético total. Isto corresponde a mais que o dobro do consumo máximo recomendado. Além disso, não existe comprovação científica sobre as propriedades atribuídas ao óleo de coco.
O segredo para o emagrecimento saudável está na reeducação alimentar através de uma alimentação equilibrada, com todos os nutrientes necessários em quantidades adequadas (carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais).
Os carboidratos devem ser preferencialmente complexos, como grãos integrais, por exemplo. As gorduras devem ser consumidas com moderação e provenientes, principalmente, de óleos vegetais, sementes oleaginosas e peixes ricos em Omega três. Já as proteínas estão presentes em leites e derivados, carnes bovinas, suínas, aves e peixes e também leguminosas.
“Lembrando que a água é essencial para compor uma alimentação equilibrada, além de atividade física regular para manter a saúde em dia”, finaliza a nutricionista.
Mitos e verdades:
Comer de três em três horas emagrece: O ideal é fracionar a alimentação em várias refeições ao dia, comendo a cada três horas. Isso favorece a manutenção do metabolismo ativo, mantendo gasto energético. É importante não confundir o comer a cada três horas com “beliscar” ao longo do dia.
Comer somente até 20h: As pessoas têm um ritmo de atividades reduzidas no período noturno, sendo por isso indicado um consumo de menores quantidades de alimentos à noite.
Café: A cafeína age como um estimulante moderado, aumentando o alerta mental e acelerando o processo do raciocínio. Pesquisadores estudaram os seus efeitos metabólicos e verificaram que a substância não só faz aumentar o gasto de energia (em aproximadamente 13%), como também eleva a termogênese celular, a mobilização de ácidos graxos e a oxidação lipídica. O consumo recomendado de café é de três xícaras pequenas de café ao dia.
Água com limão: Não existe comprovação de que auxilie no emagrecimento, mas como não há relatos de malefícios, ela pode ser consumida, sem adição de açúcar, com o objetivo de hidratação.
Remédios naturais: Não existem comprovação de seus efeitos no emagrecimento e também não se sabe se eles podem causar algum malefício a saúde dos indivíduos que os utilizem.
Saúde oferece curso à distância para aperfeiçoar atenção à gestante no SUS
Objetivo é qualificar médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde em todo o Estado; medida é importante para reduzir índices de mortalidade materno-infantil
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com a Faculdade de Medicina da USP, inicia nesta quarta-feira, 12 de setembro, um Curso à Distância de Atenção à Saúde da Gestante e Puérpera (mulher que acabou de dar a luz). A medida é importante para reduzir ainda mais os índices de mortalidade materno-infantil.
Com duração de 12 semanas, o curso tem como principal objetivo qualificar profissionais médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde no Estado, seguindo as Linhas de Cuidado para a Gestante e Puérpera atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS) paulista.
“Somente com a oferta de uma rede integrada de serviços de saúde é possível garantir o acompanhamento precoce das gestantes, bem como a prevenção, diagnóstico e tratamento adequado de eventuais problemas no período de gestação”, ressalta Karina Calife, responsável pela área de Saúde da Mulher da Secretaria.
O primeiro curso contará com 600 participantes, dos quais 300 médicos e 300 enfermeiros, e será ministrado em seis módulos, com apresentação de casos clínicos, vídeos de educação aplicada, materiais complementares e fóruns de discussão para troca de experiências e resolução de dúvidas. A primeira aula, nesta quarta-feira, será realizada com a participação de todos os alunos, coordenadores, tutores, professores e gestores.
Tutores
No final do mês de agosto, 20 profissionais formados em medicina e com especialização em ginecologia e obstetrícia, passaram por treinamento para formação de tutores responsáveis para ministrar o curso à distância aos demais profissionais de saúde.
Dentre os pré-requisitos para se tornar um tutor, destaca-se a formação em medicina (graduação completa) e especialização em ginecologia e obstetrícia (concluída ou cursando, no mínimo, o terceiro ano de residência médica) ou pós-graduação stricto senso (concluída ou em andamento).
Estes profissionais foram capacitados a serem tutores do curso à distância após treinamento presencial de oito horas semanais e outro treinamento não-presencial de outras oito horas. Além disso, os tutores terão que ter disponibilidade de mais oito horas presenciais para dois encontros de quatro horas cada, sendo um encontro para a abertura e outro para o encerramento do curso à distância.
O primeiro curso à distância de saúde materna será oferecido para profissionais das regiões de Bauru, Marília, Campinas, Baixada Santista e Registro, Diadema (na região do ABC) e os municípios da região de Mananciais (Cotia, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista) e do Alto Tietê . Metade das vagas é destinada a médicos (clínicos e médicos de saúde da família) e a outra metade para enfermeiros (atenção básica/ saúde da família).
Após a conclusão do curso, espera-se dos formandos a organização de ações nas UBS, a fim de realizar a captação precoce da gestante e realizar o acompanhamento do pré-natal e puerpério, além de organizar atividades educativas para a promoção da saúde, visando melhora da qualidade da assistência à gestante e puérpera no SUS-SP.
O formando deverá, ainda, incorporar na rotina das UBS os fluxos de atendimento para as gestantes e puérperas e os protocolos clínicos de atenção e de exames complementares (rastreamento, diagnóstico inicial e seguimento clínico) propostos nas Linhas de Cuidado.
Mortalidade infantil
A mortalidade infantil no Estado de São Paulo caiu 31% nos últimos 11 anos e atingiu, em 2011, o menor nível da história. É o que apontou o mais recente balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Fundação Seade.
O índice do ano passado ficou em 11,5 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada 1.000 nascidas vivas no Estado, contra 16,9 em 2000. A taxa coloca o Estado entre as áreas de menor risco de morte infantil do Brasil. A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).
A região de Barretos apresentou, em 2011, o menor índice de mortalidade infantil do Estado, com 8,1 óbitos por 1.000 nascidos vivos, seguida pela região de São José do Rio Preto, com 9,1, e de Presidente Prudente, com 9,9.Na comparação com 2010, as regiões de Presidente Prudente e Registro apresentaram as maiores reduções no índice, de 19,8% e 15%, respectivamente. De 17 regiões de Saúde no Estado, 12 tiveram, em 2011, redução do índice na comparação com o ano anterior, e 10 atingiram os menores patamares de mortalidade infantil da história.
Já em relação aos valores do ano de 2000, todas as regiões apresentaram redução da mortalidade infantil, com destaque para a queda de 52% na de Barretos, 49% na de Registro, 44% da de Presidente Prudente e 42% na de Marília.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com a Faculdade de Medicina da USP, inicia nesta quarta-feira, 12 de setembro, um Curso à Distância de Atenção à Saúde da Gestante e Puérpera (mulher que acabou de dar a luz). A medida é importante para reduzir ainda mais os índices de mortalidade materno-infantil.
Com duração de 12 semanas, o curso tem como principal objetivo qualificar profissionais médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde no Estado, seguindo as Linhas de Cuidado para a Gestante e Puérpera atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS) paulista.
“Somente com a oferta de uma rede integrada de serviços de saúde é possível garantir o acompanhamento precoce das gestantes, bem como a prevenção, diagnóstico e tratamento adequado de eventuais problemas no período de gestação”, ressalta Karina Calife, responsável pela área de Saúde da Mulher da Secretaria.
O primeiro curso contará com 600 participantes, dos quais 300 médicos e 300 enfermeiros, e será ministrado em seis módulos, com apresentação de casos clínicos, vídeos de educação aplicada, materiais complementares e fóruns de discussão para troca de experiências e resolução de dúvidas. A primeira aula, nesta quarta-feira, será realizada com a participação de todos os alunos, coordenadores, tutores, professores e gestores.
Tutores
No final do mês de agosto, 20 profissionais formados em medicina e com especialização em ginecologia e obstetrícia, passaram por treinamento para formação de tutores responsáveis para ministrar o curso à distância aos demais profissionais de saúde.
Dentre os pré-requisitos para se tornar um tutor, destaca-se a formação em medicina (graduação completa) e especialização em ginecologia e obstetrícia (concluída ou cursando, no mínimo, o terceiro ano de residência médica) ou pós-graduação stricto senso (concluída ou em andamento).
Estes profissionais foram capacitados a serem tutores do curso à distância após treinamento presencial de oito horas semanais e outro treinamento não-presencial de outras oito horas. Além disso, os tutores terão que ter disponibilidade de mais oito horas presenciais para dois encontros de quatro horas cada, sendo um encontro para a abertura e outro para o encerramento do curso à distância.
O primeiro curso à distância de saúde materna será oferecido para profissionais das regiões de Bauru, Marília, Campinas, Baixada Santista e Registro, Diadema (na região do ABC) e os municípios da região de Mananciais (Cotia, Embu, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista) e do Alto Tietê . Metade das vagas é destinada a médicos (clínicos e médicos de saúde da família) e a outra metade para enfermeiros (atenção básica/ saúde da família).
Após a conclusão do curso, espera-se dos formandos a organização de ações nas UBS, a fim de realizar a captação precoce da gestante e realizar o acompanhamento do pré-natal e puerpério, além de organizar atividades educativas para a promoção da saúde, visando melhora da qualidade da assistência à gestante e puérpera no SUS-SP.
O formando deverá, ainda, incorporar na rotina das UBS os fluxos de atendimento para as gestantes e puérperas e os protocolos clínicos de atenção e de exames complementares (rastreamento, diagnóstico inicial e seguimento clínico) propostos nas Linhas de Cuidado.
Mortalidade infantil
A mortalidade infantil no Estado de São Paulo caiu 31% nos últimos 11 anos e atingiu, em 2011, o menor nível da história. É o que apontou o mais recente balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Fundação Seade.
O índice do ano passado ficou em 11,5 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada 1.000 nascidas vivas no Estado, contra 16,9 em 2000. A taxa coloca o Estado entre as áreas de menor risco de morte infantil do Brasil. A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).
A região de Barretos apresentou, em 2011, o menor índice de mortalidade infantil do Estado, com 8,1 óbitos por 1.000 nascidos vivos, seguida pela região de São José do Rio Preto, com 9,1, e de Presidente Prudente, com 9,9.Na comparação com 2010, as regiões de Presidente Prudente e Registro apresentaram as maiores reduções no índice, de 19,8% e 15%, respectivamente. De 17 regiões de Saúde no Estado, 12 tiveram, em 2011, redução do índice na comparação com o ano anterior, e 10 atingiram os menores patamares de mortalidade infantil da história.
Já em relação aos valores do ano de 2000, todas as regiões apresentaram redução da mortalidade infantil, com destaque para a queda de 52% na de Barretos, 49% na de Registro, 44% da de Presidente Prudente e 42% na de Marília.
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Solidão leva idoso a buscar ajuda psiquiátrica em SP
61% dos casos atendidos no AME Psiquiatria, na capital, são em decorrência de depressão e transtornos de ansiedade
A solidão, causada muitas vezes pela morte do cônjuge, de amigos e familiares, além do medo de morrer e das dificuldades financeiras após uma vida toda dedicada ao trabalho, está levando idosos paulistanos ao psiquiatra.
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Psiquiatria, unidade especializada da pasta na Vila Maria, zona norte da capital paulista, aponta que 61% dos idosos atendidos têm quadros de transtorno de ansiedade e depressão, e muitos sofrem com a solidão.
O número de idosos atendidos na unidade, somando-se as consultas médicas e as não médicas (realizadas por psicólogos, terapeutas ocupacionais e profissionais de enfermagem), foi de 960 em agosto de 2012, numero maior do que o observado no mesmo mês do ano passado (917) e quase oito vezes superior ao registrado em agosto de 2010 (124), mês em que a unidade foi inaugurada.
“A depressão e os transtornos de ansiedade exercem um impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes nessa faixa etária, com consequências diretas na saúde, uma vez que estão associados a um maior número de doenças, como diabetes e hipertensão. Tratar esses problemas é cuidar da saúde”, diz o diretor do AME, Gerardo Araújo.
Além do atendimento médico, os idosos em tratamento no AME Psiquiatria também participam de atividades de terapia ocupacional, a exemplo do grupo de acolhimento, grupo de reabilitação cognitiva, grupo de contadores de histórias e atividades manuais, tais como pintura em tela, pintura em objetos, fuxico e artes plásticas.
Entretanto, não são apenas os pacientes na terceira idade que recebem atenção durante o tratamento.Como os cuidadores dos idosos estão até quatro vezes mais suscetíveis a desenvolver quadros depressivos do que a população em geral, o AME Psiquiatria também desenvolve trabalho específico para eles, por meio de encontros semanais em grupo, momento em que se discutem as principais dificuldades enfrentadas durante a rotina de cuidado dos idosos.
“O favorecimento das inserções familiar, afetiva e social do idoso que sofre com problemas psiquiátricos constitui em um dos principais objetivos do acompanhamento realizado pelo AME Psiquiatria”, explica o diretor da unidade.
A solidão, causada muitas vezes pela morte do cônjuge, de amigos e familiares, além do medo de morrer e das dificuldades financeiras após uma vida toda dedicada ao trabalho, está levando idosos paulistanos ao psiquiatra.
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Psiquiatria, unidade especializada da pasta na Vila Maria, zona norte da capital paulista, aponta que 61% dos idosos atendidos têm quadros de transtorno de ansiedade e depressão, e muitos sofrem com a solidão.
O número de idosos atendidos na unidade, somando-se as consultas médicas e as não médicas (realizadas por psicólogos, terapeutas ocupacionais e profissionais de enfermagem), foi de 960 em agosto de 2012, numero maior do que o observado no mesmo mês do ano passado (917) e quase oito vezes superior ao registrado em agosto de 2010 (124), mês em que a unidade foi inaugurada.
“A depressão e os transtornos de ansiedade exercem um impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes nessa faixa etária, com consequências diretas na saúde, uma vez que estão associados a um maior número de doenças, como diabetes e hipertensão. Tratar esses problemas é cuidar da saúde”, diz o diretor do AME, Gerardo Araújo.
Além do atendimento médico, os idosos em tratamento no AME Psiquiatria também participam de atividades de terapia ocupacional, a exemplo do grupo de acolhimento, grupo de reabilitação cognitiva, grupo de contadores de histórias e atividades manuais, tais como pintura em tela, pintura em objetos, fuxico e artes plásticas.
Entretanto, não são apenas os pacientes na terceira idade que recebem atenção durante o tratamento.Como os cuidadores dos idosos estão até quatro vezes mais suscetíveis a desenvolver quadros depressivos do que a população em geral, o AME Psiquiatria também desenvolve trabalho específico para eles, por meio de encontros semanais em grupo, momento em que se discutem as principais dificuldades enfrentadas durante a rotina de cuidado dos idosos.
“O favorecimento das inserções familiar, afetiva e social do idoso que sofre com problemas psiquiátricos constitui em um dos principais objetivos do acompanhamento realizado pelo AME Psiquiatria”, explica o diretor da unidade.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Hospital estadual em Santos promove campanha de teste rápido de hepatite C
Profissionais darão orientações e farão encaminhamentos nos casos de resultados positivos
O hospital estadual Guilherme Álvaro, da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a ONG Grupo Esperança, promove a partir desta segunda-feira, 10 de setembro, uma semana inteira de testes rápidos para incentivar a prevenção e o diagnóstico precoce da hepatite C.
A campanha acontece até sexta-feira, 14 de setembro, no ambulatório geral do hospital, um dos primeiros polos de aplicação do tratamento da doença no Brasil.
Todos que passarem pelo ambulatório da unidade poderão fazer o teste rápido de detecção da hepatite C, que é semelhante ao teste de diabetes. Caso o resultado seja positivo, o paciente receberá orientações e será encaminhado para atendimento médico e para tratamento gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
“A hepatite C é uma doença silenciosa e traiçoeira, que progride lentamente. Se não for detectada e tratada, pode se tornar crônica e evoluir para cirrose e até câncer de fígado. Porém, quando diagnosticada precocemente, a cura é possível”, diz Ricardo Hayden, diretor técnico do hospital.
A campanha ocorrerá das 8h às 17h. O hospital estadual Guilherme Álvaro fica na rua Oswaldo Cruz, 197, no Boqueirão, em Santos.
O hospital estadual Guilherme Álvaro, da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a ONG Grupo Esperança, promove a partir desta segunda-feira, 10 de setembro, uma semana inteira de testes rápidos para incentivar a prevenção e o diagnóstico precoce da hepatite C.
A campanha acontece até sexta-feira, 14 de setembro, no ambulatório geral do hospital, um dos primeiros polos de aplicação do tratamento da doença no Brasil.
Todos que passarem pelo ambulatório da unidade poderão fazer o teste rápido de detecção da hepatite C, que é semelhante ao teste de diabetes. Caso o resultado seja positivo, o paciente receberá orientações e será encaminhado para atendimento médico e para tratamento gratuito pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
“A hepatite C é uma doença silenciosa e traiçoeira, que progride lentamente. Se não for detectada e tratada, pode se tornar crônica e evoluir para cirrose e até câncer de fígado. Porém, quando diagnosticada precocemente, a cura é possível”, diz Ricardo Hayden, diretor técnico do hospital.
A campanha ocorrerá das 8h às 17h. O hospital estadual Guilherme Álvaro fica na rua Oswaldo Cruz, 197, no Boqueirão, em Santos.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Pneumonias matam 1 pessoa a cada 40 minutos em SP
Dados também mostram que do total de internações pela doença no Estado, cerca de 20% foram de crianças menores de um ano
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, com base nas notificação realizadas pelas unidades públicas de saúde, aponta que, de janeiro a junho deste ano, em média 35 pessoas morreram por dia (ou uma a cada 41 minutos) no Estado em razão de complicações por pneumonia. O balanço também revela que do total de internações notificadas pela doença, cerca de 20% foram de crianças menores de um ano.
Somente no primeiro semestre deste ano, foram notificadas 61.830 internações em razão de complicações da doença no Estado, das quais 6.360 evoluíram a óbito. No mesmo período de 2011, o número total de internações foi de 69.766, com 6.841 óbitos. Na comparação, o número de internações caiu 11,4% no período.
Do total de internações notificadas neste ano, 11.853 foram de crianças menores de um ano. Em relação aos óbitos, a faixa etária com o maior número de notificação foi a dos idosos, com 4.971 mortes.
“As crianças menores de dois anos são um grupo etário particularmente suscetível a pneumonias porque seu sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Portanto, algumas medidas preventivas, como alimentação saudável, visitas regulares ao médico, e a vacinação são fundamentais para evitar a doença”, diz Fábio Pereira Muchão, pneumologista do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) "Dr. Luiz Roberto Barradas Barata", unidade da Secretaria no bairro de Heliópolis, zona sul da capital.
As pneumonias são infecções pulmonares que podem ser causadas por vírus, bactérias ou fungos, sendo as duas primeiras as causas mais comuns. “Normalmente, os vírus que causam pneumonias são contagiosos e transmitidos por meio de contato direto, gotículas de saliva ou aerossóis”, explica Muchão.
Vacinação
Desde 2010, a vacina pneumocócica 10-valente faz parte do calendário de imunização do SUS (Sistema Único de Saúde) e está disponível, gratuitamente, nos postos de saúde para crianças de dois meses a um ano e 11 meses de idade.
Além de imunizar as crianças contra determinados sorotipos de pneumocos, causadores de alguns tipos de pneumonias, a vacina pneumocócica 10-valente também protege contra otites agudas e outras infecções respiratórias, como meningites.
Outra proteção oferecida no calendário de imunização e que também auxilia na prevenção à pneumonia é a vacina contra a gripe, oferecida por meio de campanhas anuais de imunização em massa. “Voltada para idosos, gestantes, crianças menores de dois anos e portadores de doenças crônicas, a vacina contra a influenza diminui a incidência de gripes, que são as portas de entrada para pneumonias, e também contribuem para diminuir a ocorrência de pneumonias bacterianas”, diz Muchão.
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, com base nas notificação realizadas pelas unidades públicas de saúde, aponta que, de janeiro a junho deste ano, em média 35 pessoas morreram por dia (ou uma a cada 41 minutos) no Estado em razão de complicações por pneumonia. O balanço também revela que do total de internações notificadas pela doença, cerca de 20% foram de crianças menores de um ano.
Somente no primeiro semestre deste ano, foram notificadas 61.830 internações em razão de complicações da doença no Estado, das quais 6.360 evoluíram a óbito. No mesmo período de 2011, o número total de internações foi de 69.766, com 6.841 óbitos. Na comparação, o número de internações caiu 11,4% no período.
Do total de internações notificadas neste ano, 11.853 foram de crianças menores de um ano. Em relação aos óbitos, a faixa etária com o maior número de notificação foi a dos idosos, com 4.971 mortes.
“As crianças menores de dois anos são um grupo etário particularmente suscetível a pneumonias porque seu sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Portanto, algumas medidas preventivas, como alimentação saudável, visitas regulares ao médico, e a vacinação são fundamentais para evitar a doença”, diz Fábio Pereira Muchão, pneumologista do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) "Dr. Luiz Roberto Barradas Barata", unidade da Secretaria no bairro de Heliópolis, zona sul da capital.
As pneumonias são infecções pulmonares que podem ser causadas por vírus, bactérias ou fungos, sendo as duas primeiras as causas mais comuns. “Normalmente, os vírus que causam pneumonias são contagiosos e transmitidos por meio de contato direto, gotículas de saliva ou aerossóis”, explica Muchão.
Vacinação
Desde 2010, a vacina pneumocócica 10-valente faz parte do calendário de imunização do SUS (Sistema Único de Saúde) e está disponível, gratuitamente, nos postos de saúde para crianças de dois meses a um ano e 11 meses de idade.
Além de imunizar as crianças contra determinados sorotipos de pneumocos, causadores de alguns tipos de pneumonias, a vacina pneumocócica 10-valente também protege contra otites agudas e outras infecções respiratórias, como meningites.
Outra proteção oferecida no calendário de imunização e que também auxilia na prevenção à pneumonia é a vacina contra a gripe, oferecida por meio de campanhas anuais de imunização em massa. “Voltada para idosos, gestantes, crianças menores de dois anos e portadores de doenças crônicas, a vacina contra a influenza diminui a incidência de gripes, que são as portas de entrada para pneumonias, e também contribuem para diminuir a ocorrência de pneumonias bacterianas”, diz Muchão.
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Saúde abre 43 vagas em seis hospitais estaduais
Prazos de inscrição em concursos e processo seletivo variam
conforme a unidade
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está com concursos públicos e processo seletivo abertos para 43 vagas de trabalho em seis unidades de saúde estaduais: Hospital Geral de São Mateus, Hospital e Maternidade Interlagos, Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha e Hospital Infantil Darcy Vargas, na capital paulista, Hospital Regional de Osasco, na Grande São Paulo, e Hospital Guilherme Álvaro, em Santos.
As vagas são para médicos nas áreas de anestesiologia, cardiologia (adulto e pediátrica), cirurgia geral, endoscopia, nefrologia, pediatria, medicina intensiva (adulto e pediátrica), neonatologia, neurocirurgia e técnico de enfermagem.
Para realização do concurso público, os candidatos devem comparecem em qualquer agência bancária, efetuar o pagamento da taxa de R$ 60,85 (para médicos) ou R$ 40,87 (para técnicos de enfermagem) e comparecer pessoalmente ao setor de RH dos hospitais, de segunda a sexta-feira, das 19h às 15h portando ficha de inscrição preenchida, comprovante do pagamento da taxa, originas e cópias do RG, CPF e CRM.
Os editais completos dos concursos estão no site do Diário Oficial do Estado http://www.imprensaoficial.com.br. As fichas de inscrição estão disponíveis no site www.crh.saude.sp.gov.br.
Já os interessados em participar do processo seletivo para médicos do Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha, devem comparecer na Seção de Recrutamento e Seleção do Serviço Técnico de Recursos Humanos do Hospital, portando originais e cópias de RG, CPF, carteira do Conselho Regional de Medicina e currículo comprovado.
O Hospital Geral de São Mateus fica na Rua Ângelo de Cândia, nº 540, zona leste de São Paulo. O RH do Hospital e Maternidade Interlagos fica na Av. Interlagos, 7001, Cidade Dutra, zona sul da capital. O Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha fica na avenida Deputado Emilio Carlos, 3.000, na zona norte de São Paulo. O Hospital Infantil Darcy Vargas fica na rua Dr. Seráfico de Assis Carvalho, nº. 34, Morumbi, zona sul da capital.O Hospital Regional de Osasco é localizado na rua Ari Barroso, nº. 355, Presidente Altino, em Osasco. Já o setor de recrutamento do hospital estadual Guilherme Álvaro fica na rua Oswaldo Cruz, nº 197, em Santos.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está com concursos públicos e processo seletivo abertos para 43 vagas de trabalho em seis unidades de saúde estaduais: Hospital Geral de São Mateus, Hospital e Maternidade Interlagos, Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha e Hospital Infantil Darcy Vargas, na capital paulista, Hospital Regional de Osasco, na Grande São Paulo, e Hospital Guilherme Álvaro, em Santos.
As vagas são para médicos nas áreas de anestesiologia, cardiologia (adulto e pediátrica), cirurgia geral, endoscopia, nefrologia, pediatria, medicina intensiva (adulto e pediátrica), neonatologia, neurocirurgia e técnico de enfermagem.
Para realização do concurso público, os candidatos devem comparecem em qualquer agência bancária, efetuar o pagamento da taxa de R$ 60,85 (para médicos) ou R$ 40,87 (para técnicos de enfermagem) e comparecer pessoalmente ao setor de RH dos hospitais, de segunda a sexta-feira, das 19h às 15h portando ficha de inscrição preenchida, comprovante do pagamento da taxa, originas e cópias do RG, CPF e CRM.
Os editais completos dos concursos estão no site do Diário Oficial do Estado http://www.imprensaoficial.com.br. As fichas de inscrição estão disponíveis no site www.crh.saude.sp.gov.br.
Já os interessados em participar do processo seletivo para médicos do Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha, devem comparecer na Seção de Recrutamento e Seleção do Serviço Técnico de Recursos Humanos do Hospital, portando originais e cópias de RG, CPF, carteira do Conselho Regional de Medicina e currículo comprovado.
O Hospital Geral de São Mateus fica na Rua Ângelo de Cândia, nº 540, zona leste de São Paulo. O RH do Hospital e Maternidade Interlagos fica na Av. Interlagos, 7001, Cidade Dutra, zona sul da capital. O Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha fica na avenida Deputado Emilio Carlos, 3.000, na zona norte de São Paulo. O Hospital Infantil Darcy Vargas fica na rua Dr. Seráfico de Assis Carvalho, nº. 34, Morumbi, zona sul da capital.O Hospital Regional de Osasco é localizado na rua Ari Barroso, nº. 355, Presidente Altino, em Osasco. Já o setor de recrutamento do hospital estadual Guilherme Álvaro fica na rua Oswaldo Cruz, nº 197, em Santos.
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Hospital Guilherme Álvaro convoca população a doar sangue
Objetivo é manter em dia os estoques no hemonúcleo da unidade que, nesta época, tende a cair
O hospital estadual Guilherme Álvaro, de Santos, convoca a população da Baixada Santista para doar sangue. O objetivo é manter em dia os estoques de bolsas que, durante feriados, tende a cair.
“No feriado, muitas pessoas viajam e muitas vêm para a região da Baixada. Portanto é muito importante mantermos nosso estoque sempre abastecido, especialmente para garantir a realização de transfusões em cirurgias de emergência”, afirma Rosane Giuliani, médica coordenadora do hemonúcleo do hospital.
O hospital teme que, durante o período de final de semana prolongado, os estoques de sangue comprometam até mesmo a realização de cirurgias.
Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, alimentado, ter entre 16 e 67 anos, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto. É recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e não ter ingerido bebidas alcoólicas 12 horas antes.
Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apto à doação.
O hemonúcleo do Hospital Guilherme Álvaro é referência para toda a Baixada Santista e é localizado na Rua Oswaldo Cruz, nº 197. As doações de sangue podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h Às 17, e aos sábados, das 8h às 12h.
O hospital estadual Guilherme Álvaro, de Santos, convoca a população da Baixada Santista para doar sangue. O objetivo é manter em dia os estoques de bolsas que, durante feriados, tende a cair.
“No feriado, muitas pessoas viajam e muitas vêm para a região da Baixada. Portanto é muito importante mantermos nosso estoque sempre abastecido, especialmente para garantir a realização de transfusões em cirurgias de emergência”, afirma Rosane Giuliani, médica coordenadora do hemonúcleo do hospital.
O hospital teme que, durante o período de final de semana prolongado, os estoques de sangue comprometam até mesmo a realização de cirurgias.
Para doar sangue basta estar em boas condições de saúde, alimentado, ter entre 16 e 67 anos, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto. É recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e não ter ingerido bebidas alcoólicas 12 horas antes.
Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apto à doação.
O hemonúcleo do Hospital Guilherme Álvaro é referência para toda a Baixada Santista e é localizado na Rua Oswaldo Cruz, nº 197. As doações de sangue podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h Às 17, e aos sábados, das 8h às 12h.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Mortalidade infantil em SP cai 31% e chega ao menor nível da história
Índice médio do Estado foi de 11,5 óbitos por mil nascidos vivos, contra 16,9 em 2000
A mortalidade infantil no Estado de São Paulo caiu 31% nos últimos 11 anos e atingiu, em 2011, o menor nível da história. É o que aponta o mais recente balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Fundação Seade.
O índice do ano passado ficou em 11,5 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada 1.000 nascidas vivas no Estado, contra 16,9 em 2000. A taxa coloca o Estado entre as áreas de menor risco de morte infantil do Brasil. A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).
A região de Barretos apresentou, em 2011, o menor índice de mortalidade infantil do Estado, com 8,1 óbitos por 1.000 nascidos vivos, seguida pela região de São José do Rio Preto, com 9,1, e de Presidente Prudente, com 9,9.
Na comparação com 2010, as regiões de Presidente Prudente e Registro apresentaram as maiores reduções no índice, de 19,8% e 15%, respectivamente. De 17 regiões de Saúde no Estado, 12 tiveram, em 2011, redução do índice na comparação com o ano anterior, e 10 atingiram os menores patamares de mortalidade infantil da história.
Já em relação aos valores do ano de 2000, todas as regiões apresentaram redução da mortalidade infantil, com destaque para a queda de 52% na de Barretos, 49% na de Registro, 44% da de Presidente Prudente e 42% na de Marília.
O aumento do número de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Neonatal, o aprimoramento da assistência ao parto e à gestante, a ampliação do acesso ao pré-natal, a vacinação em massa de crianças pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e os investimentos estaduais na saúde básica são alguns dos motivos para a queda na taxa de mortalidade infantil no Estado.
A cada ano o Estado de São Paulo tem conseguido diminuir o número de mortes infantis. Em 2010 o índice era de 11,8 óbitos por 1.000 crianças nascidas. No ano anterior foram 12,5. Em 2008, 12,6. Em 2007, 13. Em 2006, 13,2. Em 2005, 13,4. Em 2004, 14,2. Em 2002 a taxa ficou em 15,0 e, em 2001, 16,0.
Dos 645 municípios paulistas, 322 apresentaram em 2011 índices de mortalidade infantil inferior a dois dígitos, comparável a países desenvolvidos. Nenhuma região do Estado apresentou índice superior a 16,8. Quanto menor é a taxa de mortalidade infantil, mais difícil conseguir reduzi-la ainda mais.
“A queda no número de mortes infantis é o principal indicador de que as políticas públicas de saúde estão sendo bem executadas. Essa redução só é possível com muito trabalho e com as parcerias entre as demais esferas do SUS (Sistema Único de Saúde), que devem ser constantes”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.
Causas de morte
As causas perinatais, aquelas relacionadas a problemas na gravidez, no parto ou no nascimento, representaram 57% das mortes infantis. No entanto, esse índice caiu 30% desde o ano de 2000, passando de 9,7 para 6,6 mortes por 1.000 nascidos vivos no período analisado, o que revela o aperfeiçoamento da assistência pré-natal.
Entre 2000 e 2011 as mortes infantis por malformações congênitas foram as que apresentaram menor diminuição das taxas, de apenas 11%, passando de 2,8 para 2,5 óbitos por mil nascidos vivos.
Já as doenças do aparelho respiratório e infecciosas e parasitárias tem peso relativamente pequeno como causas de morte dos menores de um ano. Em 2011, estes tipos de patologias foram responsáveis por 5,6% e 4,4% das mortes, respectivamente.
Ampliações dos serviços de saúde
Atualmente o Estado de São Paulo conta com 1.050 leitos de UTI neonatal, de um total de 4,8 mil UTI gerais. Somente em 2011, 102 novos leitos de UTI neonatal foram habilitados no Estado. A ampliação desses leitos é de suma importância para a redução dos óbitos infantis.
O levantamento da Secretaria de Estado da Saúde mostra que dos óbitos registrados em 2011, 68,1% ocorreram nos primeiros 28 dias de vida e, destes, 50% ocorreram na primeira semana. Ainda assim, a taxa de mortalidade neste período caiu de 8,7 para 5,7 óbitos por 1.000 nascidos vivos.
Outra medida adotada visando à melhoria dos índices de mortalidade infantil é o aumento dos investimentos estaduais na atenção básica. Em julho deste ano, o a Secretaria liberou R$ 76,2 milhões para a assistência básica de 625 municípios.
O recurso deverá ser destinado para modernização de salas das Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio de reformas e modernização de espaços como salas de vacina, de observação, de acolhimento, de arquivo de prontuários e de procedimentos, além de consultório, farmácia e recepção.
“A rede básica de saúde é o primeiro canal de acesso ao tratamento via SUS. É importante para a diminuição dos índices de mortalidade infantil que as ações básicas que precedem o parto, como um pré-natal eficiente, sejam realizadas com qualidade”, explica Cerri.
A mortalidade infantil no Estado de São Paulo caiu 31% nos últimos 11 anos e atingiu, em 2011, o menor nível da história. É o que aponta o mais recente balanço realizado pela Secretaria de Estado da Saúde em parceria com a Fundação Seade.
O índice do ano passado ficou em 11,5 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada 1.000 nascidas vivas no Estado, contra 16,9 em 2000. A taxa coloca o Estado entre as áreas de menor risco de morte infantil do Brasil. A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).
A região de Barretos apresentou, em 2011, o menor índice de mortalidade infantil do Estado, com 8,1 óbitos por 1.000 nascidos vivos, seguida pela região de São José do Rio Preto, com 9,1, e de Presidente Prudente, com 9,9.
Na comparação com 2010, as regiões de Presidente Prudente e Registro apresentaram as maiores reduções no índice, de 19,8% e 15%, respectivamente. De 17 regiões de Saúde no Estado, 12 tiveram, em 2011, redução do índice na comparação com o ano anterior, e 10 atingiram os menores patamares de mortalidade infantil da história.
Já em relação aos valores do ano de 2000, todas as regiões apresentaram redução da mortalidade infantil, com destaque para a queda de 52% na de Barretos, 49% na de Registro, 44% da de Presidente Prudente e 42% na de Marília.
O aumento do número de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Neonatal, o aprimoramento da assistência ao parto e à gestante, a ampliação do acesso ao pré-natal, a vacinação em massa de crianças pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e os investimentos estaduais na saúde básica são alguns dos motivos para a queda na taxa de mortalidade infantil no Estado.
A cada ano o Estado de São Paulo tem conseguido diminuir o número de mortes infantis. Em 2010 o índice era de 11,8 óbitos por 1.000 crianças nascidas. No ano anterior foram 12,5. Em 2008, 12,6. Em 2007, 13. Em 2006, 13,2. Em 2005, 13,4. Em 2004, 14,2. Em 2002 a taxa ficou em 15,0 e, em 2001, 16,0.
Dos 645 municípios paulistas, 322 apresentaram em 2011 índices de mortalidade infantil inferior a dois dígitos, comparável a países desenvolvidos. Nenhuma região do Estado apresentou índice superior a 16,8. Quanto menor é a taxa de mortalidade infantil, mais difícil conseguir reduzi-la ainda mais.
“A queda no número de mortes infantis é o principal indicador de que as políticas públicas de saúde estão sendo bem executadas. Essa redução só é possível com muito trabalho e com as parcerias entre as demais esferas do SUS (Sistema Único de Saúde), que devem ser constantes”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.
Causas de morte
As causas perinatais, aquelas relacionadas a problemas na gravidez, no parto ou no nascimento, representaram 57% das mortes infantis. No entanto, esse índice caiu 30% desde o ano de 2000, passando de 9,7 para 6,6 mortes por 1.000 nascidos vivos no período analisado, o que revela o aperfeiçoamento da assistência pré-natal.
Entre 2000 e 2011 as mortes infantis por malformações congênitas foram as que apresentaram menor diminuição das taxas, de apenas 11%, passando de 2,8 para 2,5 óbitos por mil nascidos vivos.
Já as doenças do aparelho respiratório e infecciosas e parasitárias tem peso relativamente pequeno como causas de morte dos menores de um ano. Em 2011, estes tipos de patologias foram responsáveis por 5,6% e 4,4% das mortes, respectivamente.
Ampliações dos serviços de saúde
Atualmente o Estado de São Paulo conta com 1.050 leitos de UTI neonatal, de um total de 4,8 mil UTI gerais. Somente em 2011, 102 novos leitos de UTI neonatal foram habilitados no Estado. A ampliação desses leitos é de suma importância para a redução dos óbitos infantis.
O levantamento da Secretaria de Estado da Saúde mostra que dos óbitos registrados em 2011, 68,1% ocorreram nos primeiros 28 dias de vida e, destes, 50% ocorreram na primeira semana. Ainda assim, a taxa de mortalidade neste período caiu de 8,7 para 5,7 óbitos por 1.000 nascidos vivos.
Outra medida adotada visando à melhoria dos índices de mortalidade infantil é o aumento dos investimentos estaduais na atenção básica. Em julho deste ano, o a Secretaria liberou R$ 76,2 milhões para a assistência básica de 625 municípios.
O recurso deverá ser destinado para modernização de salas das Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio de reformas e modernização de espaços como salas de vacina, de observação, de acolhimento, de arquivo de prontuários e de procedimentos, além de consultório, farmácia e recepção.
“A rede básica de saúde é o primeiro canal de acesso ao tratamento via SUS. É importante para a diminuição dos índices de mortalidade infantil que as ações básicas que precedem o parto, como um pré-natal eficiente, sejam realizadas com qualidade”, explica Cerri.
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Programa do HC reduz sangue coletado e exposição de crianças à radiação
‘Diagnóstico Amigo da Criança’ pode se tornar modelo para hospitais públicos pediátricos de toda a rede do SUS
O Hospital das Clínicas da FMUSP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, lança nesta segunda-feira, 3 de setembro, o programa “Diagnóstico Amigo da Criança”, que visa garantir o máximo de precisão diagnóstica, com o mínimo de exposição a riscos, presentes ou futuros, para as crianças.
Para isso, o projeto se apoia em duas linhas principais: a drástica redução do volume de sangue coletado dos pacientes e da exposição das crianças à radiação ionizante. Tudo isso em um ambiente de atendimento humanizado que preza o resgate da prática clínica tradicional. O projeto pioneiro do ICr poderá se tornar modelo para hospitais públicos pediátricos de toda a rede do SUS (Sistema Único de Saúde).
Por meio da utilização de micrométodos, o Instituto da Criança reduz em até 75% o volume de sangue coletado das crianças para análises laboratoriais. Os pacientes do instituto são muitas vezes bebês prematuros, com pequeno volume de sangue, e crianças com doenças agudas e crônicas, nas quais a retirada de sangue frequentemente implica a necessidade de seguidas transfusões, entre outros problemas.
O programa também prioriza a escolha de métodos diagnósticos dentro do conceito de mínimo risco, que usem doses mais baixas ou que não usem radiação ionizante, que sabidamente traz riscos imediatos e futuros à saúde do paciente, entre eles o aparecimento de câncer.
O novo aparelho de tomografia do ICr, adquirido por R$ 1,2 milhão, realiza exames reduzindo em torno de 70% a exposição das crianças à radiação. O aparelho fica em uma sala humanizada, com as paredes pintadas com ilustrações de céu e nuvens, e com um monitor no teto e projeção de vídeo nas laterais com imagens para acalmar as crianças, como filmagens do fundo do mar.
O Instituto da Criança do HC realiza, por mês, uma média de 550 internações de pacientes e aproximadamente 6.400 consultas ambulatoriais. Todas essas crianças devem ser beneficiadas pelo programa em seus atendimentos. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo repassa cerca de R$ 8,3 milhões por mês para o custeio da unidade.
“O programa Diagnóstico Amigo das Crianças defende um retorno à clínica médica, a um atendimento humanizado. Não é justo que crianças tão pequenas, enfrentando doenças graves, sejam submetidas a coletas excessivas de sangue e à exposição constante à radiação. O programa busca o máximo de precisão diagnóstica com o mínimo de exposição das nossas crianças a riscos e sofrimento, presentes e futuros”, afirma a professora-titular do Departamento de Pediatria do ICr, Magda Carneiro-Sampaio.
O projeto prevê ainda a criação do “Cartão Amigo da Criança”, que reunirá as informações do paciente em um suporte digital, afim de que o histórico médico da criança fique reunido e acessível aos profissionais de saúde para que o processo de diagnóstico e de tratamento sejam realizados sempre com o máximo de informações possíveis, evitando exames desnecessários ou excessivos, sem que se perca a precisão clínica.
O Programa “Diagnóstico Amigo da Criança” segue a diretriz da Política Estadual de Humanização da Secretaria de Estado da Saúde, que irá investir R$ 40 milhões nos próximos quatro anos em ações para humanizar o atendimento em suas unidades de saúde.
O Hospital das Clínicas da FMUSP, unidade da rede pública estadual e maior complexo hospitalar da América Latina, lança nesta segunda-feira, 3 de setembro, o programa “Diagnóstico Amigo da Criança”, que visa garantir o máximo de precisão diagnóstica, com o mínimo de exposição a riscos, presentes ou futuros, para as crianças.
Para isso, o projeto se apoia em duas linhas principais: a drástica redução do volume de sangue coletado dos pacientes e da exposição das crianças à radiação ionizante. Tudo isso em um ambiente de atendimento humanizado que preza o resgate da prática clínica tradicional. O projeto pioneiro do ICr poderá se tornar modelo para hospitais públicos pediátricos de toda a rede do SUS (Sistema Único de Saúde).
Por meio da utilização de micrométodos, o Instituto da Criança reduz em até 75% o volume de sangue coletado das crianças para análises laboratoriais. Os pacientes do instituto são muitas vezes bebês prematuros, com pequeno volume de sangue, e crianças com doenças agudas e crônicas, nas quais a retirada de sangue frequentemente implica a necessidade de seguidas transfusões, entre outros problemas.
O programa também prioriza a escolha de métodos diagnósticos dentro do conceito de mínimo risco, que usem doses mais baixas ou que não usem radiação ionizante, que sabidamente traz riscos imediatos e futuros à saúde do paciente, entre eles o aparecimento de câncer.
O novo aparelho de tomografia do ICr, adquirido por R$ 1,2 milhão, realiza exames reduzindo em torno de 70% a exposição das crianças à radiação. O aparelho fica em uma sala humanizada, com as paredes pintadas com ilustrações de céu e nuvens, e com um monitor no teto e projeção de vídeo nas laterais com imagens para acalmar as crianças, como filmagens do fundo do mar.
O Instituto da Criança do HC realiza, por mês, uma média de 550 internações de pacientes e aproximadamente 6.400 consultas ambulatoriais. Todas essas crianças devem ser beneficiadas pelo programa em seus atendimentos. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo repassa cerca de R$ 8,3 milhões por mês para o custeio da unidade.
“O programa Diagnóstico Amigo das Crianças defende um retorno à clínica médica, a um atendimento humanizado. Não é justo que crianças tão pequenas, enfrentando doenças graves, sejam submetidas a coletas excessivas de sangue e à exposição constante à radiação. O programa busca o máximo de precisão diagnóstica com o mínimo de exposição das nossas crianças a riscos e sofrimento, presentes e futuros”, afirma a professora-titular do Departamento de Pediatria do ICr, Magda Carneiro-Sampaio.
O projeto prevê ainda a criação do “Cartão Amigo da Criança”, que reunirá as informações do paciente em um suporte digital, afim de que o histórico médico da criança fique reunido e acessível aos profissionais de saúde para que o processo de diagnóstico e de tratamento sejam realizados sempre com o máximo de informações possíveis, evitando exames desnecessários ou excessivos, sem que se perca a precisão clínica.
O Programa “Diagnóstico Amigo da Criança” segue a diretriz da Política Estadual de Humanização da Secretaria de Estado da Saúde, que irá investir R$ 40 milhões nos próximos quatro anos em ações para humanizar o atendimento em suas unidades de saúde.
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