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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SP investe R$ 100 milhões na maior reforma e modernização do Emílio Ribas

Projeto prevê o dobro de leitos de UTI e aumento de mais de 50% nos leitos de internação, além de 20 vagas de terapia semi-intensiva; hospital ganha novo serviço de ressonância magnética

         O governo do Estado de São Paulo irá investir R$ 100 milhões no maior projeto de reforma e modernização da história Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde referência em tratamento de doenças infecciosas e parasitárias, na capital paulista, com 133 anos de existência.

         Com as obras, que começam a ser executadas até o fim deste ano, após conclusão de processo licitatório, o instituto, que destina 100% de seu atendimento aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde), terá seu número de leitos de internação ampliado em 50,7%, passando dos atuais 199 para até 300.

         O número de vagas de UTI será duplicado, de 17 para 35. Além disso, haverá a implantação da ala de terapia semi-intensiva, com 20 leitos para dar retaguarda à UTI.

         O projeto inclui, ainda, a modernização de toda a área clínica hospitalar, incluindo um novo centro cirúrgico, e restauro do patrimônio tombado. Depois de pronto, o Emílio Ribas – referência em tratamento de doenças infecciosas da América Latina – poderá até realizar transplantes de fígado, além de cirurgias de prótese.

O diretor do Instituto, médico infectologista David Uip, diz que este é um momento histórico. “É o reconhecimento da tradição e da excelência do Emílio Ribas. A população paulistana contará com a mesma qualidade assistencial e centenária, agora, em um prédio moderno que suprirá uma demanda maior de pacientes. Será um presente do Instituto que, desde o século 19, está na vanguarda da medicina brasileira”, afirma.

         Para o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri, o investimento na modernização do hospital é fundamental para garantir a ampliação da assistência aos pacientes com doenças infecciosas. “O Emílio Ribas é um dos serviços públicos de saúde mais importantes do Brasil, reconhecido internacionalmente”, diz.
       
Ressonância magnética
         Nesta quarta-feira, 14 de agosto, o Instituto Emílio Ribas ganha seu primeiro serviço de ressonância magnética, importante para o diagnóstico de doenças como meningites e encefalites, e nas indicações cirúrgicas. O investimento foi de R$ 2,3 milhões.

         O novo aparelho irá beneficiar os 14 mil pacientes em tratamento atualmente no hospital, com capacidade para realizar cerca de 400 exames por mês. O serviço será custeado pela Secretaria de Estado da Saúde. Antes os pacientes do Emílio Ribas que necessitavam de ressonância eram encaminhados para outros serviços da rede pública.

terça-feira, 16 de julho de 2013

SP investe R$ 72 milhões em novo hospital estadual na zona Sul

Antigo Hospital Santa Marta, desativado há 12 anos, vai ressurgir pelas mãos do governo do Estado

 O antigo Hospital Santa Marta, em Santo Amaro, na zona Sul da capital paulista vai ressurgir como hospital público estadual e atendimento 100% pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O governo do Estado definiu a compra do prédio e do terreno da unidade por R$ 35,7 milhões e irá instalar ali um hospital geral para atender à população da região. O hospital estava desativado há 12 anos.
Decreto de desapropriação do terreno (esse é o termo jurídico para a aquisição da unidade) será assinado nesta terça-feira, 16 de julho, pelo governador Geraldo Alckmin.

A Secretaria de Estado da Saúde irá promover uma ampla reforma e modernização do prédio, situado numa área de 3.120 m². O local é próximo ao Metrô e ao centro de Santo Amaro, o que deve facilitar o acesso dos pacientes da região. A estimativa é de que o hospital receba R$ 26 milhões em obras de reforma e adequação, e mais R$ 10,3 milhões para a compra de equipamentos, o que, somado  ao valor da desapropriação, totaliza R$ 72 milhões em investimentos pelo governo do Estado.

         Desde a desativação do Hospital Santa Marta, o prédio foi comprado por um plano de saúde, mas colocado à venda novamente em 2011 para pagamentos de dívidas. Levado a leilão, foi comprado por uma instituição financeira e agora revendido ao Estado.

O objetivo é já nos próximos meses providenciar a adequação da fachada, deteriorada pelas pichações, e trocar os equipamentos e camas antigos. Logo após será realizada a reforma e a definição do perfil assistencial da unidade, com total de leitos e especialidades a serem ofertadas. O novo hospital Santa Marta, agora estadual, deverá ser aberto à população no próximo ano.

         “É um importante reforço para os pacientes do SUS na região de Santo Amaro, que poderão contar com assistência médica gratuita e especializada em um hospital com infraestrutura modernizada”, afirma José Manoel de Camargo Teixeira, secretário de Estado da Saúde de São Paulo em exercício.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Saúde investe R$ 190 milhões para reformar UBSs e comprar ambulâncias


Recurso será destinado para reforma e modernização das Unidades Básicas de Saúde e para a compra de ambulâncias para os 645 municípios do Estado

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo anuncia nesta quinta-feira, dia 14 de março, a liberação de R$ 190 milhões para investimentos na assistência básica dos 645 municípios do Estado. Parte do recurso, R$ 140 milhões, faz parte do programa estadual Qualis UBS, destinado para obras de reformas e modernização das Unidades Básicas de Saúde (UBS) municipais.

Para aderir ao programa, os municípios deverão apresentar um projeto para reforma da unidade de saúde. Cada administração local definirá as UBSs que poderão participar do programa. A expectativa da pasta é que todos os municípios do Estado participem do programa.

Durante o “Encontro com Prefeitos”, realizado nesta quinta-feira no Memorial da América Latina, o governador Geraldo Alckmin também anunciou o repasse de mais R$ 50 milhões para a compra de 500 novas ambulâncias aos municípios do Estado.     

“A boa resolutividade do Sistema Único de Saúde, formado por municípios, estados e governo federal, é fundamental que a rede básica ofereça um serviço de qualidade, visto que as unidades municipais são a porta de entrada do paciente no SUS. Por isso, estamos ampliando cada vez mais o auxílio financeiro aos municípios para ajudá-los a otimizar e melhorar o atendimento à população” diz Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

A Secretaria da Saúde já tinha liberado R$ 76,2 milhões para 625 municípios em 2012.  Os recursos foram destinados para aquisição de equipamentos, instrumental e mobiliários de salas de vacina, de observação, de acolhimento, de arquivo de prontuários e de procedimentos, além de consultório, farmácia e recepção, para este ano, os investimentos serão destinados para reformas de readequação e ampliação de toda a estrutura física das UBS.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Saúde investe R$76,2 milhões em assistência básica municipal

Recurso será repassado aos 625 municípios do Estado para reforma e modernização de sala das Unidades Básicas da Saúde

A Secretaria de Estado da Saúde anuncia hoje, 5 de julho, R$ 76,2 milhões para investimento na assistência básica de 625 municípios do Estado de São Paulo. O recurso será destinado para modernização de salas das Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio da aquisição de equipamentos, instrumental e mobiliários.

O valor de repasse para cada cidade foi definido de acordo com o total da população local, número de UBS e salas disponíveis, respeitando o seguinte critério: até 20 mil habitantes (quatro salas), de 20 a 50 mil habitantes (oito salas), de 50 a 100 mil habitante (16 salas), de 100 a 500 mil habitantes (24 salas) e acima de 500 mil habitantes (48 salas). O repasse por sala será de R$ 15 mil. Estes recursos são parte do programa Qualis UBS, da Secretaria de Estado da Saúde, que tem como objetivo promover a melhoria da atenção básica nos municípios.

Serão qualificados para reforma e modernização de espaços salas de vacina, de observação, de acolhimento, de arquivo de prontuários e de procedimentos, além de consultório, farmácia e recepção, cadastrados em sistema pelo gestor municipal até 10 de maio. Cada administração local definirá as UBSs que poderão participar do programa.

“Trata-se de uma importante iniciativa para o fortalecimento da rede básica de saúde, o primeiro canal de acesso ao tratamento via SUS. E permite avanços na regionalização do atendimento, para que as pessoas possam ser atendidas perto de suas casas”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

SP investe R$ 30 milhões em hospitais de retaguarda e centros de referência para idosos


USP Leste terá centro-dia de cuidados integrados para a terceira idade; ações integram programa “São Paulo Amigo do Idoso”


 A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá investir R$ 29,6 milhões na implantação de hospitais de retaguarda, quatro polos regionais de referência e um centro-dia de cuidados intensivos voltados à terceira idade.

A iniciativa integra o programa “São Paulo Amigo do Idoso”, que o governo paulista anuncia nesta segunda-feira, 14 de maio. O objetivo é implantar no Estado serviços que sejam modelos de atenção ao idoso, além de incentivar os municípios a promoverem a melhoria da qualidade de vida das pessoas com 60 anos ou mais, adaptando seus serviços para que sejam acessíveis aos idosos com diferentes necessidades.

Um dos principais eixos do programa é a área da saúde. O Laboratório Centro-Dia Idoso (LCDI) será construído no campus da USP Leste. O investimento será de R$ 5 milhões. A unidade deverá prestar assistência para cerca de 300 idosos semidependentes, moradores da zona leste de São Paulo, com limitações físicas e/ou cognitivas, e também dar apoio às famílias.

Além disso, haverá um centro de ensino e pesquisa para formação de recursos humanos especializados. O LCDI contará também com serviços de retaguarda como o Centro Dia Social e Atendimento domiciliar. A previsão é que a unidade seja inaugurada no segundo semestre de 2013. A Secretaria deverá fazer repasses para o custeio do centro, no valor de R$ 2,4 milhões por ano.

Outra iniciativa será a criação de quatro novos Centros de Referência ao Idoso (CRIs), nas regiões de Ribeirão Preto, Campinas, ABC e Baixada Santista.

Os CRIs serão polos regionais de promoção de envelhecimento ativo e centros formadores geriátricos, com especialidades médicas, atividades educacionais, culturais e de lazer. Na capital existem duas unidades estaduais com este perfil em funcionamento: os Centros de Referência do Idoso (CRI) da Zona Norte e o da Zona Leste.

Até o segundo semestre de 2014 as quatro unidades devem ser inauguradas, com um investimento total de R$ 20 milhões para as construções e custeio anual de R$ 57,6 milhões.

A pasta também vai investir R$ 4,6 milhões para a revitalização de seis hospitais localizados no interior do Estado que serão transformados em unidades hospitalares de retaguarda para cuidados integrados a idosos, denominados hospitais de cuidados continuados.

As unidades ainda vão receber, no total, R$ 7,2 milhões para apoio do custeio anual.As unidades a serem adaptadas são hospitais de pequeno porte, com menos de 50 leitos, para esse serviço de apoio. Terão prioridade os contratos administrativos e convênios de cooperação com Santas Casas e hospitais filantrópicos do interior do Estado.

Atualmente, duas unidades da região de Franca, a Santa Casa de Ipuã e a Santa Casa de Pedregulho, já estão em reforma e devem começar a funcionar ainda neste ano. Até o segundo semestre de 2014 outras quatro unidades devem ser revitalizadas nas regiões de Araçatuba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Marília, regiões com maiores índices de envelhecimento.

A proposta dos hospitais de retaguarda também é oferecer programas de reabilitação para o autocuidado e cuidados paliativos, em apoio aos quadros de fragilidade, síndromes de demências, estados pós-derrames e quedas de idosos, entre outros.

“O idoso precisa ser respeitado e incluído no contexto social de maneira geral. A expectativa de vida subiu e as pessoas com mais de 60 anos estão ativas, precisam de atenção especial e saúde garantida", diz Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.

Cidade amiga do idoso

Além disso, será realizada uma certificação aos municípios paulistas, de acordo com boas práticas públicas voltadas para idosos, com a criação do selo “Cidade Amiga do Idoso”. O objetivo é promover amplo processo de mobilização regional para promover territórios amigáveis a todas as idades, com foco no envelhecimento.

“Desta maneira, pretendemos incentivar as cidades a promoverem a melhoria da qualidade de vida dos idosos”, explica o secretário

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Saúde investirá R$ 35 milhões no Hospital Regional de Jundiaí


Unidade será referência para uma população de 813 mil moradores de nove municípios da região

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai investir R$ 35,5 milhões na implantação do novo Hospital Regional de Jundiaí. O contrato a empresa Engeform Construções e Comércio Ltda, que ganhou o processo de licitação para a reforma de ampliação do prédio, foi assinado no dia 25 de abril. A previsão é de que as obras sejam entregues à população em dois anos após o início das obras.

O futuro hospital será implantado no mesmo prédio que atualmente abriga a Casa de Saúde Doutor Domingos Anastácio. A obra, que será realizada em etapas, inclui a revitalização e ampliação do espaço, que contará com dois blocos, distribuídos em uma área de 9,5 mil m².

O novo serviço de saúde terá setores destinados ao pronto-atendimento, centro cirúrgico/obstétrico, unidades de terapia intensiva, internação, diagnóstico e laboratório, entre outros. Serão 138 leitos, dos quais 18 destinados à Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

No mesmo local, também será implantada uma farmácia de medicamentos especializados (alto custo). A área total da obra, incluindo o hospital e a farmácia, terá 10,2 mil m².

Destinado, principalmente, a atendimentos de média complexidade nas áreas de clínica médica e cirúrgica, o Hospital Regional de Jundiaí vai ajudar a diminuir a demanda do Hospital Municipal São Vicente, em Jundiaí, além de se tornar referência para uma população de aproximadamente 813 mil moradores de nove municípios da região (Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba e Várzea Paulista).

“A implantação dessa nova unidade, em Jundiaí, vai ampliar a oferta de leitos na cidade e na região, beneficiando os pacientes do SUS”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.