Iniciativa é do Programa Meu Prato Saudável, parceria do Hospital das Clínicas de SP com a LatinMed; Rio terá mutirão gratuito neste sábado, no Complexo do Alemão
Um estudo inédito irá comparar o estado nutricional de paulistanos e cariocas. A iniciativa é do Programa Meu Prato Saudável, parceria do Instituto do Coração (InCor) e do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP com a LatinMed Editora em Saúde.
O levantamento será feito com base em mega-mutirões gratuitos de avaliação e orientação nutricional promovido nas duas cidades. A ação de São Paulo ocorreu em 5 de abril, no Páteo do Colégio, centro da cidade. No Rio o mutirão ocorre neste sábado, 27 de abril, das 10h às 15h, no Complexo do Alemão, marcando o lançamento do programa no Estado.O objetivo do estudo será verificar as diferenças de peso e consequente risco de doenças (diabetes e doenças cardiovasculares) entre os moradores das duas capitais.
Nutricionistas e monitores estarão de plantão neste sábado no Teleférico Palmeiras do Alemão para realizar orientação nutricional, com exames de IMC (Índice de Massa Corpórea), circunferência abdominal e de bioimpedância - teste que diferencia a massa gorda e a massa magra do corpo.
O evento contará com a distribuição gratuita de materiais educativos que orientam a população sobre o quê e o quanto colocar em seu prato, em todas as refeições do dia, com alimentos que todos já estão habituados.Com a metodologia criada pelo “Meu Prato e Meu Pratinho saudável”, crianças e adultos terão a oportunidade de participar de dinâmicas de montagem de prato com alimentos em resina e jogos educativos em tablet.
“O objetivo do programa é conscientizar a população de que, para perder ou manter o peso, basta saber o que e o quanto colocar no prato, desde o café da manhã até os lanches dos intervalos”, afirma a médica Elisabete F. Almeida, diretora-executiva do programa “Meu Prato Saudável”. Ela também afirma que grande parte da população brasileira, com IMC dentro dos limites normais, apresenta alto risco para diabetes, hipertensão e outras doenças cardiovasculares e não sabem. Por isto, as ações do “Meu Prato saudável” contam com a medição da cintura abdominal e a avaliação da quantidade de gordura corporal, além do cálculo do IMC, para determinar o risco de cada pessoa.
Mais informações sobre os programas “Meu Prato Saudável” e “Meu Pratinho Saudável” podem ser obtidas pelo aplicativo “Meu Prato Saudável”, disponível gratuitamente para celulares do tipo smartphone, e pelos portais www.meupratosaudavel.com.br e www.meupratinhosaudavel.com.br.
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
40% das crianças obesas abandonam tratamento pela metade
Além disso, 60% das crianças não conseguem reduzir os fatores de risco para a saúde ligados à obesidade, aponta estudo do Dante Pazzanese
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com crianças e adolescentes obesos acompanhados pelo Ambulatório de Nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, unidade da pasta na zona sul da capital paulista, mostrou que 40% dos pacientes abandonaram o tratamento antes de sua conclusão.
A pesquisa trabalhou com 51 crianças e adolescentes que passaram por tratamento no ambulatório, e apontou que destes, 20 interromperam o tratamento antes do fim. Os efeitos da suspensão no tratamento também foram constatados pela pesquisa. Os dados mostram que 40% das crianças atendidas obtiveram redução nos fatores de risco. Outras 40% mantiveram os fatores e 20% chegaram a ter até mesmo um aumento nos fatores de risco.
“A obesidade na infância e na adolescência pode sérios prejuízos, como alteração no perfil lipídico, na pressão arterial e na glicemia”, diz a nutricionista do Departamento de Nutrição, Cristiane Kovacs.
Além do Ambulatório de Nutrição, o Instituto Dante Pazzanese passou a contar há um mês com um ambulatório específico para o tratamento da obesidade infantil. Segundo Cristiane, considerando os indicadores revelados pela pesquisa, os ambulatórios passaram a reforçar o trabalho com a educação nutricional, propondo metas de mudança de estilo de vida e de hábitos alimentares dentro do ambiente familiar.
Os ambulatórios também estão reforçando o apoio psicológico oferecido para casos em que a necessidade seja detectada. O atendimento é oferecido para os pacientes encaminhados que passaram previamente por atendimento nas unidades básicas de saúde municipais.
10 dicas para proteger seu filho da obesidade:
4 - Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes. No mínimo, três porções diárias devem ser consumidas;
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com crianças e adolescentes obesos acompanhados pelo Ambulatório de Nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, unidade da pasta na zona sul da capital paulista, mostrou que 40% dos pacientes abandonaram o tratamento antes de sua conclusão.
A pesquisa trabalhou com 51 crianças e adolescentes que passaram por tratamento no ambulatório, e apontou que destes, 20 interromperam o tratamento antes do fim. Os efeitos da suspensão no tratamento também foram constatados pela pesquisa. Os dados mostram que 40% das crianças atendidas obtiveram redução nos fatores de risco. Outras 40% mantiveram os fatores e 20% chegaram a ter até mesmo um aumento nos fatores de risco.
“A obesidade na infância e na adolescência pode sérios prejuízos, como alteração no perfil lipídico, na pressão arterial e na glicemia”, diz a nutricionista do Departamento de Nutrição, Cristiane Kovacs.
Além do Ambulatório de Nutrição, o Instituto Dante Pazzanese passou a contar há um mês com um ambulatório específico para o tratamento da obesidade infantil. Segundo Cristiane, considerando os indicadores revelados pela pesquisa, os ambulatórios passaram a reforçar o trabalho com a educação nutricional, propondo metas de mudança de estilo de vida e de hábitos alimentares dentro do ambiente familiar.
Os ambulatórios também estão reforçando o apoio psicológico oferecido para casos em que a necessidade seja detectada. O atendimento é oferecido para os pacientes encaminhados que passaram previamente por atendimento nas unidades básicas de saúde municipais.
10 dicas para proteger seu filho da obesidade:
1 - Coloque horários regulares para as refeições (café da manhã, almoço, jantar) e evite a substituição por lanches;
2 - Lanches intermediários devem ter opções saudáveis: iogurte desnatado, frutas, cereais;
3 - Pais devem sempre estimular seus filhos a praticar atividade física;
2 - Lanches intermediários devem ter opções saudáveis: iogurte desnatado, frutas, cereais;
3 - Pais devem sempre estimular seus filhos a praticar atividade física;
4 - Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes. No mínimo, três porções diárias devem ser consumidas;
5 - Estimular o consumo de arroz e feijão diariamente, evitando alimentos industrializados, ricos em gordura e sódio (lasanha, macarrão instantâneo, nuggets, hambúrguer, salsicha);
6 - Os pais devem dar o exemplo com hábitos e estilo de vida saudáveis;
6 - Os pais devem dar o exemplo com hábitos e estilo de vida saudáveis;
7 - Escolas e pais devem buscar ferramentas de educação nutricional com professores e nutricionistas para propor atividades que estimulem as crianças ao gosto por uma vida mais saudável como oficinas de culinária, hortas, aulas de nutrição;
8 - As escolas podem e devem colaborar com a questão, com opções de lanches saudáveis;
9 - Os pais devem montar lancheiras com mais opções saudáveis (frutas, sucos, cereais, iogurtes) e evitar alimentos industrializados (bolacha, bolos prontos, salgadinhos e refrigerantes);
10 - Se observar sobrepeso em seu filho, procure a orientação de médicos, nutricionistas e até mesmo de psicólogos;
9 - Os pais devem montar lancheiras com mais opções saudáveis (frutas, sucos, cereais, iogurtes) e evitar alimentos industrializados (bolacha, bolos prontos, salgadinhos e refrigerantes);
10 - Se observar sobrepeso em seu filho, procure a orientação de médicos, nutricionistas e até mesmo de psicólogos;
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Acidentes com motos provocam 45% dos casos de fratura na clavícula
Em decorrência dos acidentes, pacientes ficaram cerca de 2 meses afastados do trabalho, revela estudo do Hospital das Clínicas
Levantamento feito pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP revela que 45% dos casos cirúrgicos de fraturas de clavícula são provocados por acidentes de moto. Desde maio de 2010, o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC avaliou 33 pacientes com fratura da clavícula com indicação cirúrgica.
Segundo o ortopedista responsável pelo estudo, Fernando Brandão, este tipo de fratura é mais comum em jovens, pois é a faixa etária que mais se expõe a acidentes pessoais, como traumas automobilísticos e esportivos. Ele ainda explica que, “em geral, são casos de jovens que andam de moto e, no momento da queda, sofrem um impacto da região superior e lateral do ombro contra o solo, levando à fratura”.
Do grupo acompanhado na pesquisa, todos os acidentados usavam a moto como meio de transporte e ficaram, em média, dois meses afastados do trabalho. O estudo é realizado com um tipo específico de fratura da clavícula e avalia os casos submetidos ao tratamento cirúrgico.
A fratura da clavícula é causada por traumatismos de média intensidade e, além dos acidentes de moto, é encontrada frequentemente em traumas esportivos e acidentes domésticos. Em geral, é um tipo de fratura que não deixa seqüelas, mas é necessária a realização de fisioterapia e um período de afastamento das atividades habituais para a recuperação.
Segundo Brandão, a prevenção desses acidentes é difícil, e uma direção mais cautelosa por parte dos motociclistas e motoristas poderia evitar um grande número de fraturas da clavícula e outros tipos de lesões.
Levantamento feito pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP revela que 45% dos casos cirúrgicos de fraturas de clavícula são provocados por acidentes de moto. Desde maio de 2010, o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC avaliou 33 pacientes com fratura da clavícula com indicação cirúrgica.
Segundo o ortopedista responsável pelo estudo, Fernando Brandão, este tipo de fratura é mais comum em jovens, pois é a faixa etária que mais se expõe a acidentes pessoais, como traumas automobilísticos e esportivos. Ele ainda explica que, “em geral, são casos de jovens que andam de moto e, no momento da queda, sofrem um impacto da região superior e lateral do ombro contra o solo, levando à fratura”.
Do grupo acompanhado na pesquisa, todos os acidentados usavam a moto como meio de transporte e ficaram, em média, dois meses afastados do trabalho. O estudo é realizado com um tipo específico de fratura da clavícula e avalia os casos submetidos ao tratamento cirúrgico.
A fratura da clavícula é causada por traumatismos de média intensidade e, além dos acidentes de moto, é encontrada frequentemente em traumas esportivos e acidentes domésticos. Em geral, é um tipo de fratura que não deixa seqüelas, mas é necessária a realização de fisioterapia e um período de afastamento das atividades habituais para a recuperação.
Segundo Brandão, a prevenção desses acidentes é difícil, e uma direção mais cautelosa por parte dos motociclistas e motoristas poderia evitar um grande número de fraturas da clavícula e outros tipos de lesões.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
HC vai estudar TOC hereditário em crianças
Triagem para pesquisa no Instituto de Psiquiatria já está aberta e pode ser feita por telefone ou email
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual, inicia estudo inédito para a prevenção do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) em crianças e adolescentes. A triagem para a pesquisa, que tem como objetivo prevenir ou retardar o desenvolvimento do transtorno obsessivo-compulsivo, já está aberta.
O estudo busca identificar relações entre o fato de os pais terem TOC e outros transtornos de ansiedade e a chance de que seus filhos também desenvolvam o problema. Desta forma, será possível traçar estratégias de prevenção contra o desenvolvimento da patologia.
Podem participar da seleção pais com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), pânico, transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e fobia social com diagnóstico estabelecido por médico psiquiatra, e que tenham filhos com idade entre 3 a 17 anos.
Também serão aceitos casos de crianças com idade entre 3 a 17 anos que tenham irmãos com um dos diagnósticos acima citados (TOC, pânico, TAG e fobia social). Este projeto conta com uma intervenção semanal breve, com duração total de seis encontros, focada na orientação de pais.
“A pesquisa poderá significar um avanço importante no diagnóstico e no tratamento precoce das crianças e adolescentes, com impacto direto da diminuição do sofrimento e melhora da qualidade de vida das crianças e suas famílias”, afirma a psicóloga Priscila Chacon, responsável pela pesquisa.
Os participantes terão a oportunidade de serem avaliados gratuitamente pelos profissionais do Instituto de Psiquiatria envolvidos na pesquisa.
Os interessados devem ligar para (11) 2661-7594, deixar recado com nome, telefone e melhor horário para contato ou enviar email para priscilachacon@usp.br. A inscrição só poderá ser feita pelo telefone ou pelo email.
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, unidade da rede pública estadual, inicia estudo inédito para a prevenção do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) em crianças e adolescentes. A triagem para a pesquisa, que tem como objetivo prevenir ou retardar o desenvolvimento do transtorno obsessivo-compulsivo, já está aberta.
O estudo busca identificar relações entre o fato de os pais terem TOC e outros transtornos de ansiedade e a chance de que seus filhos também desenvolvam o problema. Desta forma, será possível traçar estratégias de prevenção contra o desenvolvimento da patologia.
Podem participar da seleção pais com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), pânico, transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e fobia social com diagnóstico estabelecido por médico psiquiatra, e que tenham filhos com idade entre 3 a 17 anos.
Também serão aceitos casos de crianças com idade entre 3 a 17 anos que tenham irmãos com um dos diagnósticos acima citados (TOC, pânico, TAG e fobia social). Este projeto conta com uma intervenção semanal breve, com duração total de seis encontros, focada na orientação de pais.
“A pesquisa poderá significar um avanço importante no diagnóstico e no tratamento precoce das crianças e adolescentes, com impacto direto da diminuição do sofrimento e melhora da qualidade de vida das crianças e suas famílias”, afirma a psicóloga Priscila Chacon, responsável pela pesquisa.
Os participantes terão a oportunidade de serem avaliados gratuitamente pelos profissionais do Instituto de Psiquiatria envolvidos na pesquisa.
Os interessados devem ligar para (11) 2661-7594, deixar recado com nome, telefone e melhor horário para contato ou enviar email para priscilachacon@usp.br. A inscrição só poderá ser feita pelo telefone ou pelo email.
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