Atividades serão realizadas durante toda a semana para alertar a população sobre prevenção à doença
Começa nesta segunda-feira, 19 de novembro, a Semana Estadual de Mobilização Contra a Dengue, organizada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que pretende acabar com focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, e alertar à população em todo o Estado.
A Secretaria vai reunir cerca de 25 mil agentes para atuar no combate ao mosquito. Só na capital, cerca de 50 agentes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) vão atuar nos locais com grande incidência de dengue. No total, são 110 profissionais que trabalharão como agentes especiais na cidade.
Por todo o Estado foram programadas atividades especiais, entre arrastões, panfletagens, pedágios, distribuição de adesivos e imãs de geladeira, palestras, apresentações de teatro, exposições e passeatas, além de mutirões de limpeza, visitas casa a casa, remoção de criadouros e visitas de imóveis estratégicos e especiais, como cemitérios e ferros-velhos.
Cada município programou suas atividades, que acontecem até dia 23 de novembro, sexta-feira. A Secretaria também irá distribuir 4 milhões de panfletos e cartazes aos municípios.
“A semana é um esforço pontual envolvendo todo o Estado, mas é importante frisar que o combate à dengue deve ocorrer durante todo o ano e a população tem papel extremamente importante nesta questão”, afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde de São Paulo.
A Secretaria investe anualmente R$ 40 milhões para ajudar os municípios paulistas no combate à dengue, incluindo.
Desde 2010 o registro de casos de dengue tem caído no Estado. Neste ano, até o momento, foram registrados 21.063 casos. O número é 76,5% inferior ao total do mesmo período em 2011, quando foram registrados 89.785 casos. Em 2010, houve 189.330 casos da doença.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 342 não notificaram nenhum caso autóctone de dengue em 2012. Além disso, 31% dos casos deste ano concentram-se na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que notificou ao Sinan 6.526 ocorrências.
Ainda de acordo com as notificações dos municípios, foram registradas 12 mortes por dengue autóctone até o mês de outubro deste ano, nos municípios de Araçatuba, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ibirá, Novais, Pontal, Praia Grande, Santa Rosa de Viterbo e São José do Rio Preto, além da capital paulista, com três óbitos registrados. As mortes representaram 0,05% do total de casos.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Guarujá, Araçatuba e Bauru lideram risco de dengue no Estado de SP
Secretaria convoca secretários de saúde de 13 municípios acima de 60 mil habitantes com indicação de vulnerabilidade à transmissão da doença; objetivo é alinhar ações de prevenção e controle
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta segunda-feira, 12 de novembro, na capital paulista, um encontro com secretários de saúde de 13 municípios com indicação maior vulnerabilidade para a transmissão da dengue.
A escolha dos municípios foi feita a partir do mapeamento do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria em parceria com a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), considerando os municípios com mais de 60 mil habitantes e que apresentaram índice de infestação predial do Aedes aegyptiacima de 1%.
O objetivo do encontro é mobilizar estas prefeituras para execução de ações de prevenção e controle de criadouros do mosquito transmissor. Segundo as diretrizes do SUS (Sistema Único de Saúde), as prefeituras têm papel fundamental no controle de vetores como o Aedes aegypti.
Apesar da queda no número de casos de dengue neste ano, alguns municípios ainda apresentam índices de infestação superior a 1% e, por isso, encontram-se em situação de alerta para a transmissão da doença no próximo verão.
O mapeamento, por amostragem, foi realizado em mais de 200 municípios paulistas, com inspeção em mais de 200 mil imóveis. A medição é feita pelas próprias prefeituras. Entre os municípios acima de 60 mil habitantes, Guarujá, Araçatuba e Bauru lideram o risco de transmissão de dengue no Estado para o próximo verão.
Dentre os depósitos mais comuns para Aedes aegypti nos municípios do mapeamento, destacam-se os recipientes móveis (45,5% do total), como vasos ou frascos com água, pratos, garrafas, pingadeiras, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósito de construção (como peças sanitárias estocadas).
Os depósitos fixos, como tanques em obras, borracharias, calhas, lajes, ralos, sanitários em desuso, piscinas não tratadas, floreiras, vasos em cemitério, cacos de vidro em muros e outras obras arquitetônicas, como caixas de inspeção, responderam por 22% dos depósitos com foco do Aedes aegypti.Outros 14,6% dos depósitos com foco do mosquito são referentes a lixo, como os recipientes plásticos, garrafas e latas, sucatas em pátios e ferros velhos e entulhos de construção.
“É importante que os municípios estejam preparados para o controle do vetor, por meio de mobilização e conscientização da população, além de prestar a assistência médica adequada a pacientes com suspeita de dengue. A participação popular também é fundamental para o combate à doença, uma vez que a maioria dos criadouros do vetor estão no interior das residências”, afirma o médico infectologista Marcos Boulos, coordenador de Controle de Doenças da Secretaria.
Ele lembra que, no início de 2011, o sorotipo 4 da dengue chegou a São Paulo e, agora, circula em todas as regiões do Estado, tornando praticamente toda a população suscetível a contrair dengue.
“Ao serem infectadas com o tipo 4 do vírus da dengue, pessoas que já contraíram anteriormente um dos outros três sorotipos existentes podem apresentar formas graves da doença, como a febre hemorrágica”, diz.
Desde 2010 o registro de casos de dengue tem caído no Estado. Neste ano, até o momento, foram registrados 21.063 casos. O número é 76,5% inferior ao total do mesmo período em 2011, quando foram registrados 89.785 casos. Em 2010, houve 189.330 casos da doença.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 342 não notificaram nenhum caso autóctone de dengue em 2012. Além disso, 31% dos casos deste ano concentram-se na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que notificou ao Sinan 6.526 ocorrências(veja quadro por região abaixo).
Ainda de acordo com as notificações dos municípios, foram registradas 12 mortes por dengue autóctone até o mês de outubro deste ano, nos municípios de Araçatuba, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ibirá, Novais, Pontal, Praia Grande, Santa Rosa de Viterbo e São José do Rio Preto, além da capital paulista, com três óbitos registrados. As mortes representaram 0,05% do total de casos.
A Secretaria, por intermédio da Sucen, presta apoio aos municípios no combate à dengue, mediante capacitação de pessoal e suporte em ações de nebulização, por exemplo.Para auxiliar no manejo clínico dos casos suspeitos, a pasta oferece, desde o ano passado, aos serviços de saúde, treinamentos rápidos, de 15 minutos, no próprio local de trabalho onde médicos e profissionais de enfermagem atuam.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta segunda-feira, 12 de novembro, na capital paulista, um encontro com secretários de saúde de 13 municípios com indicação maior vulnerabilidade para a transmissão da dengue.
A escolha dos municípios foi feita a partir do mapeamento do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria em parceria com a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), considerando os municípios com mais de 60 mil habitantes e que apresentaram índice de infestação predial do Aedes aegyptiacima de 1%.
O objetivo do encontro é mobilizar estas prefeituras para execução de ações de prevenção e controle de criadouros do mosquito transmissor. Segundo as diretrizes do SUS (Sistema Único de Saúde), as prefeituras têm papel fundamental no controle de vetores como o Aedes aegypti.
Apesar da queda no número de casos de dengue neste ano, alguns municípios ainda apresentam índices de infestação superior a 1% e, por isso, encontram-se em situação de alerta para a transmissão da doença no próximo verão.
O mapeamento, por amostragem, foi realizado em mais de 200 municípios paulistas, com inspeção em mais de 200 mil imóveis. A medição é feita pelas próprias prefeituras. Entre os municípios acima de 60 mil habitantes, Guarujá, Araçatuba e Bauru lideram o risco de transmissão de dengue no Estado para o próximo verão.
Dentre os depósitos mais comuns para Aedes aegypti nos municípios do mapeamento, destacam-se os recipientes móveis (45,5% do total), como vasos ou frascos com água, pratos, garrafas, pingadeiras, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósito de construção (como peças sanitárias estocadas).
Os depósitos fixos, como tanques em obras, borracharias, calhas, lajes, ralos, sanitários em desuso, piscinas não tratadas, floreiras, vasos em cemitério, cacos de vidro em muros e outras obras arquitetônicas, como caixas de inspeção, responderam por 22% dos depósitos com foco do Aedes aegypti.Outros 14,6% dos depósitos com foco do mosquito são referentes a lixo, como os recipientes plásticos, garrafas e latas, sucatas em pátios e ferros velhos e entulhos de construção.
“É importante que os municípios estejam preparados para o controle do vetor, por meio de mobilização e conscientização da população, além de prestar a assistência médica adequada a pacientes com suspeita de dengue. A participação popular também é fundamental para o combate à doença, uma vez que a maioria dos criadouros do vetor estão no interior das residências”, afirma o médico infectologista Marcos Boulos, coordenador de Controle de Doenças da Secretaria.
Ele lembra que, no início de 2011, o sorotipo 4 da dengue chegou a São Paulo e, agora, circula em todas as regiões do Estado, tornando praticamente toda a população suscetível a contrair dengue.
“Ao serem infectadas com o tipo 4 do vírus da dengue, pessoas que já contraíram anteriormente um dos outros três sorotipos existentes podem apresentar formas graves da doença, como a febre hemorrágica”, diz.
Desde 2010 o registro de casos de dengue tem caído no Estado. Neste ano, até o momento, foram registrados 21.063 casos. O número é 76,5% inferior ao total do mesmo período em 2011, quando foram registrados 89.785 casos. Em 2010, houve 189.330 casos da doença.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 342 não notificaram nenhum caso autóctone de dengue em 2012. Além disso, 31% dos casos deste ano concentram-se na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que notificou ao Sinan 6.526 ocorrências(veja quadro por região abaixo).
Ainda de acordo com as notificações dos municípios, foram registradas 12 mortes por dengue autóctone até o mês de outubro deste ano, nos municípios de Araçatuba, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ibirá, Novais, Pontal, Praia Grande, Santa Rosa de Viterbo e São José do Rio Preto, além da capital paulista, com três óbitos registrados. As mortes representaram 0,05% do total de casos.
A Secretaria, por intermédio da Sucen, presta apoio aos municípios no combate à dengue, mediante capacitação de pessoal e suporte em ações de nebulização, por exemplo.Para auxiliar no manejo clínico dos casos suspeitos, a pasta oferece, desde o ano passado, aos serviços de saúde, treinamentos rápidos, de 15 minutos, no próprio local de trabalho onde médicos e profissionais de enfermagem atuam.
Municípios com índice de infestação igual ou superior a 1%
|
Município
|
Índice de infestação
|
|
|
Guarujá
|
2,9 %
|
|
|
Araçatuba
|
2,3 %
|
|
|
Bauru
|
2,0 %
|
|
|
Tupã
|
1,8 %
|
|
|
Jandira
|
1,8 %
|
|
|
Ribeirão Preto
|
1,6 %
|
|
|
Catanduva
|
1,4 %
|
|
|
Leme
|
1,4 %
|
|
|
Marília
|
1,4 %
|
|
|
Barretos
|
1,4 %
|
|
|
São Sebastião
|
1,3 %
|
|
|
Assis
|
1,2 %
|
|
|
Presidente Prudente
|
1,2 %
|
Casos de dengue no Estado de SP
|
Região de Saúde
|
Janeiro a Outubro
|
|
|
2011
|
2012
|
|
|
Capital e Grande SP
|
8.182
|
2.186
|
|
Araçatuba
|
785
|
1.363
|
|
Araraquara
|
4.191
|
1.048
|
|
Baixada Santista
|
663
|
1.086
|
|
Barretos
|
1.580
|
796
|
|
Bauru
|
5.441
|
348
|
|
Campinas
|
7.966
|
1.246
|
|
Franca
|
3.795
|
235
|
|
Marília
|
1.764
|
58
|
|
Piracicaba
|
6.090
|
3.649
|
|
Presidente Prudente
|
866
|
439
|
|
Vale do Ribeira
|
812
|
20
|
|
Ribeirão Preto
|
24.460
|
1.169
|
|
São João da Boa Vista
|
2.281
|
124
|
|
São José do Rio Preto
|
3.604
|
612
|
|
Sorocaba
|
2.923
|
157
|
|
Vale do Paraíba e Litoral Norte
|
14.377
|
6.526
|
|
Total
|
89.781
|
21.062
|
Marcadores:
dengue,
mosquitos,
saúde,
transmissão,
vulnerabilidade
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Casos de dengue caem 77% em SP
Levantamento aponta 19.929 casos autóctones registrados de janeiro a julho deste ano, contra 88.916 no mesmo período de 2011
Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o número de casos de dengue até julho de 2012 foi 77,5% inferior ao registrado no mesmo período de 2011.
Os municípios paulistas informaram à Secretaria, por intermédio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação), 19.929 casos autóctones de dengue (com transmissão dentro do Estado) nos sete primeiros meses deste ano. No mesmo período do ano passado foram registrados 88.916 casos da doença.
Do total de casos de dengue em todo o Estado, 31,6% estão concentrados na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que notificou pelo Sinan 6.299 ocorrências. Outras seis regiões do Estado registraram mais de 1.000 casos: Piracicaba (3.344), Grande São Paulo (2.097), Araçatuba (1.321), Campinas (1.161), Ribeirão Preto (1.122) e Araraquara (1.030).
O Estado de São Paulo trabalha, prioritariamente, com confirmação laboratorial de casos de dengue, por intermédio de exames de sorologia realizados na rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 352, ou seja, mais da metade, não notificaram nenhum caso autóctone de dengue nos sete primeiros meses de 2012.
Ainda segundo balanço da Secretaria, foram notificadas 11 mortes por dengue autóctone entre janeiro e julho deste ano, nos municípios de Araçatuba, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ibirá, Novais, Pontal, Praia Grande, Santa Rosa de Viterbo e São José do Rio Preto, além da capital paulista, com dois óbitos registrados. As mortes representaram 0,06% do total de casos.
A Secretaria de Estado da Saúde investe R$ 40 milhões anualmente no combate à dengue. No segundo semestre do ano passado a pasta lançou o Plano de Intensificação das Ações de Vigilância e Controle da Dengue mobilizando prefeitos e gestores de saúde de 283 municípios paulistas considerados prioritários, definidos com base na série histórica de dengue, índices de infestação predial e densidade populacional. Dentre as medidas previstas, estavam o apoio aos municípios para as visitas casa a casa e treinamentos Express para equipes de saúde.
Cerca de 80% dos criadouros do Aedes aegypti estão no interior das residências, em recipientes com água parada como pneus, garrafas, vasos de plantas, além de caixas d’água destampadas e calhas. Por isso a participação popular no controle da transmissibilidade da doença é considerada fundamental.
Os municípios paulistas informaram à Secretaria, por intermédio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação), 19.929 casos autóctones de dengue (com transmissão dentro do Estado) nos sete primeiros meses deste ano. No mesmo período do ano passado foram registrados 88.916 casos da doença.
Do total de casos de dengue em todo o Estado, 31,6% estão concentrados na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que notificou pelo Sinan 6.299 ocorrências. Outras seis regiões do Estado registraram mais de 1.000 casos: Piracicaba (3.344), Grande São Paulo (2.097), Araçatuba (1.321), Campinas (1.161), Ribeirão Preto (1.122) e Araraquara (1.030).
O Estado de São Paulo trabalha, prioritariamente, com confirmação laboratorial de casos de dengue, por intermédio de exames de sorologia realizados na rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 352, ou seja, mais da metade, não notificaram nenhum caso autóctone de dengue nos sete primeiros meses de 2012.
Ainda segundo balanço da Secretaria, foram notificadas 11 mortes por dengue autóctone entre janeiro e julho deste ano, nos municípios de Araçatuba, Caraguatatuba, Guaratinguetá, Ibirá, Novais, Pontal, Praia Grande, Santa Rosa de Viterbo e São José do Rio Preto, além da capital paulista, com dois óbitos registrados. As mortes representaram 0,06% do total de casos.
A Secretaria de Estado da Saúde investe R$ 40 milhões anualmente no combate à dengue. No segundo semestre do ano passado a pasta lançou o Plano de Intensificação das Ações de Vigilância e Controle da Dengue mobilizando prefeitos e gestores de saúde de 283 municípios paulistas considerados prioritários, definidos com base na série histórica de dengue, índices de infestação predial e densidade populacional. Dentre as medidas previstas, estavam o apoio aos municípios para as visitas casa a casa e treinamentos Express para equipes de saúde.
Cerca de 80% dos criadouros do Aedes aegypti estão no interior das residências, em recipientes com água parada como pneus, garrafas, vasos de plantas, além de caixas d’água destampadas e calhas. Por isso a participação popular no controle da transmissibilidade da doença é considerada fundamental.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Dengue cai 82% nos primeiros cinco meses do ano em SP
Mais da metade dos municípios paulistas não notificou caso da doença neste ano, aponta balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o número de casos confirmados de dengue caiu 82% no Estado de São Paulo nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte do boletim do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria.
Entre janeiro e maio deste ano, os municípios paulistas confirmaram por meio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação) 15.348 casos autóctones (contraídos dentro do Estado), enquanto nos cinco meses iniciais de 2011 foram registrados 85.411.
São Paulo trabalha, prioritariamente, com confirmação laboratorial de casos de dengue, por intermédio de exames de sorologia realizados na rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz.
Potim, no Vale do Paraíba, lidera os municípios com mais casos confirmados nos cinco primeiros meses deste ano: 1.673, seguido por Pontal, na região de Ribeirão Preto, com 689 casos, e Cruzeiro, também no Vale do Paraíba, com 565.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 348, ou seja, mais da metade, não notificaram nenhum caso de dengue nos cinco primeiros meses de 2012.
A Secretaria de Estado da Saúde investe R$ 40 milhões anualmente no combate à dengue. No segundo semestre do ano passado a pasta lançou o Plano de Intensificação das Ações de Vigilância e Controle da Dengue mobilizando prefeitos e gestores de saúde de 283 municípios paulistas considerados prioritários, definidos com base na série histórica de dengue, índices de infestação predial e densidade populacional. Dentre as medidas previstas, estavam o apoio aos municípios para as visitas casa a casa e treinamentos Express para equipes de saúde.
“Sem dúvida é uma queda significativa na transmissão da dengue, mas não podemos baixar a guarda. O combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser diário, e a população pode contribuir de forma decisiva, uma vez que 80% dos criadouros estão no interior das residências”, afirma Giovanni Guido Cerri, Secretário de Estado da Saúde.
Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o número de casos confirmados de dengue caiu 82% no Estado de São Paulo nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte do boletim do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria.
Entre janeiro e maio deste ano, os municípios paulistas confirmaram por meio do Sinan (Sistema de Informações de Agravos de Notificação) 15.348 casos autóctones (contraídos dentro do Estado), enquanto nos cinco meses iniciais de 2011 foram registrados 85.411.
São Paulo trabalha, prioritariamente, com confirmação laboratorial de casos de dengue, por intermédio de exames de sorologia realizados na rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz.
Potim, no Vale do Paraíba, lidera os municípios com mais casos confirmados nos cinco primeiros meses deste ano: 1.673, seguido por Pontal, na região de Ribeirão Preto, com 689 casos, e Cruzeiro, também no Vale do Paraíba, com 565.
Dos 645 municípios do Estado de São Paulo, 348, ou seja, mais da metade, não notificaram nenhum caso de dengue nos cinco primeiros meses de 2012.
A Secretaria de Estado da Saúde investe R$ 40 milhões anualmente no combate à dengue. No segundo semestre do ano passado a pasta lançou o Plano de Intensificação das Ações de Vigilância e Controle da Dengue mobilizando prefeitos e gestores de saúde de 283 municípios paulistas considerados prioritários, definidos com base na série histórica de dengue, índices de infestação predial e densidade populacional. Dentre as medidas previstas, estavam o apoio aos municípios para as visitas casa a casa e treinamentos Express para equipes de saúde.
“Sem dúvida é uma queda significativa na transmissão da dengue, mas não podemos baixar a guarda. O combate ao mosquito Aedes aegypti deve ser diário, e a população pode contribuir de forma decisiva, uma vez que 80% dos criadouros estão no interior das residências”, afirma Giovanni Guido Cerri, Secretário de Estado da Saúde.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Saúde promove teste rápido de gravidez na Estação Brás da CPTM
Usuários também poderão realizar, gratuitamente, exames que mede grau de dependência ao tabaco e receber orientações sobre combate à dengue e autoexame das mamas
Nesta sexta-feira, 11 de maio, das 11h às 16h, profissionais da maternidade estadual Interlagos, da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) e do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), serviços ligados à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, vão prestar orientações e atendimentos gratuitos à população em feira da saúde na estação Brás da CPTM.
No espaço da maternidade Interlagos haverá teste rápido para detecção de gravidez às usuárias da CPTM. Os profissionais do serviço de saúde também vão prestar informações sobre o autoexame de mama.
Já a Sucen montará um estande para orientar os usuários sobre prevenção e o combate à dengue. Haverá uma exposição sobre o ciclo evolutivo do Aedes aegypti, transmissor da doença, e as pessoas poderão visualizar o mosquito por meio de um microscópio.
O Cratod aplicará teste de dependência do cigarro e outros derivados dos fumantes via monoxímetro, uma espécie de “bafômetro” do cigarro que mede a quantidade de monóxido de carbono expirado. Os profissionais também promoverão ação de alerta e prevenção contra drogas.
“A iniciativa de uma feira de saúde em um lugar com grande concentração de público é de extrema importância para promover a prevenção”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.
Feira da Saúde acontecerá no Espaço Cultural e no estacionamento da Estação Brás da CPTM, localizada na Praça Agente Cícero, s/nº, zona leste da capital.
Nesta sexta-feira, 11 de maio, das 11h às 16h, profissionais da maternidade estadual Interlagos, da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) e do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), serviços ligados à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, vão prestar orientações e atendimentos gratuitos à população em feira da saúde na estação Brás da CPTM.
No espaço da maternidade Interlagos haverá teste rápido para detecção de gravidez às usuárias da CPTM. Os profissionais do serviço de saúde também vão prestar informações sobre o autoexame de mama.
Já a Sucen montará um estande para orientar os usuários sobre prevenção e o combate à dengue. Haverá uma exposição sobre o ciclo evolutivo do Aedes aegypti, transmissor da doença, e as pessoas poderão visualizar o mosquito por meio de um microscópio.
O Cratod aplicará teste de dependência do cigarro e outros derivados dos fumantes via monoxímetro, uma espécie de “bafômetro” do cigarro que mede a quantidade de monóxido de carbono expirado. Os profissionais também promoverão ação de alerta e prevenção contra drogas.
“A iniciativa de uma feira de saúde em um lugar com grande concentração de público é de extrema importância para promover a prevenção”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.
Feira da Saúde acontecerá no Espaço Cultural e no estacionamento da Estação Brás da CPTM, localizada na Praça Agente Cícero, s/nº, zona leste da capital.
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