Estudo aponta que cigarrilha, cachimbo, narguilé e cigarros com sabores estão entre os produtos fumígenos mais consumidos
Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que 61% dos fumantes já utilizaram outros produtos derivados do tabaco, além do cigarro tradicional. O estudo foi feito com base em 476 entrevistas realizadas por profissionais do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) durante ações de rua promovidas entre janeiro e maio deste ano na capital paulista.
Dos entrevistados que disseram ter experimentado outros derivados do tabaco ao menos uma vez na vida, 84% utilizaram cigarrilha, 78% cachimbo, 75% fumo de rolo ou de corda e 69% os cigarros de cravo, de palha e charutos. Os cigarros com sabores e o narguilé também aparecem entre os produtos fumígenos mais consumidos, presentes em 66% e 56% das respostas, respectivamente.
Em relação aos derivados do tabaco mais utilizados nos últimos 12 meses, o narguilé aparece em primeiro lugar na preferência dos fumantes, com 28%, seguido pelos cigarros de cravo e com sabores, com 22%, e pelo charuto, com 18%. O narguilé também se mantém em primeiro lugar na preferência dos dependentes quando se trata dos fumígenos mais consumidos nos últimos 30 dias, sendo utilizado por 16% dos entrevistados.
“Qualquer forma de consumo do tabaco é muito prejudicial à saúde. Porém, se comparados com os cigarros tradicionais, os outros produtos citados na pesquisa apresentam teores muito mais altos de nicotina, alcatrão e monóxido de carbono. Isso significa que experimentar ou tentar substituir o cigarro por outro derivado do tabaco pode trazer riscos até mais graves a saúde.”, diz Stela Martins Regina Martins, diretora do Programa de Atenção ao Tabagista do Cratod.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Pacientes escolhem Instituto do Câncer como melhor hospital público de SP
Atendimento na unidade recebe nota 9,65 em pesquisa de satisfação da Secretaria respondida por 204 mil usuários do SUS em 630 hospitais do Estado
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) “Octavio Frias de Oliveira”, unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, é o melhor hospital público do Estado. É o que aponta a mais nova Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), promovida pela Secretaria de Estado da Saúde.
Responderam à pesquisa 204,4 mil pacientes atendidos entre julho e dezembro de 2010 em 630 hospitais e centros de saúde de todo o Estado. O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
Os usuários receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como a satisfação com o atendimento prestado por médicos e outros profissionais, qualidade das instalações onde o paciente foi internado, acolhimento dado pelo hospital aos pacientes e familiares e tempo de espera para internação, entre outros quesitos.
Cada formulário respondido gerou uma nota. Para o Icesp a nota média obtida foi 9,65. O segundo colocado na pesquisa foi o Hospital Estadual de Américo Brasiliense, também da Secretaria, com média de 9,62, e o terceiro foi o Hospital do Câncer de Barretos, com nota 9,60 (veja relação completa abaixo).
Com cerca de 500 leitos, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo foi inaugurado em maio de 2008. É o maior centro especializado em oncologia da América Latina. No ano passado, realizou cerca de 11.000 internações.
Uma das características essenciais do Icesp é a inovação na assistência prestada, que permite ao paciente ter todas as fases de seu tratamento, a partir do diagnóstico até a reabilitação, integradas em um único local. Atualmente o instituto possui cerca de 50 projetos na área de humanização do atendimento a pacientes, familiares e funcionários.
“Esta pesquisa é fundamental para que tenhamos um panorama sobre o nível de satisfação dos pacientes em relação à qualidade dos hospitais públicos, não somente os mantidos pelo governo, mas todos aqueles que prestam assistência pelo SUS no Estado. Os dados são importantes indicadores que norteiam a gestão da saúde paulista”, diz o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas dos 10 melhores hospitais públicos, eleitos pelos usuários SUS/SP
1º - Instituto do Câncer do Estado de São Paulo “Octavio Frias de Oliveira” (capital) –9,652
2º - Hospital Estadual Américo Brasiliense – 9,623
3º - Hospital do Câncer de Barretos – 9,607
4º - Hospital Estadual de Ribeirão Preto – 9,581
5º - Hospital Estadual João Paulo II, de São José do Rio Preto – 9,565
6º - Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Craniofacial (Sobrapar), de Campinas – 9,556
7º - Hospital Regional de Divinolândia – 9,507
8º - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Centrinho) de Bauru –9,477
9º - Hospital Pio XII de São José dos Campos – 9,465
10º– Hospital Estadual de Bauru – 9,449
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) “Octavio Frias de Oliveira”, unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, é o melhor hospital público do Estado. É o que aponta a mais nova Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), promovida pela Secretaria de Estado da Saúde.
Responderam à pesquisa 204,4 mil pacientes atendidos entre julho e dezembro de 2010 em 630 hospitais e centros de saúde de todo o Estado. O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
Os usuários receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como a satisfação com o atendimento prestado por médicos e outros profissionais, qualidade das instalações onde o paciente foi internado, acolhimento dado pelo hospital aos pacientes e familiares e tempo de espera para internação, entre outros quesitos.
Cada formulário respondido gerou uma nota. Para o Icesp a nota média obtida foi 9,65. O segundo colocado na pesquisa foi o Hospital Estadual de Américo Brasiliense, também da Secretaria, com média de 9,62, e o terceiro foi o Hospital do Câncer de Barretos, com nota 9,60 (veja relação completa abaixo).
Com cerca de 500 leitos, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo foi inaugurado em maio de 2008. É o maior centro especializado em oncologia da América Latina. No ano passado, realizou cerca de 11.000 internações.
Uma das características essenciais do Icesp é a inovação na assistência prestada, que permite ao paciente ter todas as fases de seu tratamento, a partir do diagnóstico até a reabilitação, integradas em um único local. Atualmente o instituto possui cerca de 50 projetos na área de humanização do atendimento a pacientes, familiares e funcionários.
“Esta pesquisa é fundamental para que tenhamos um panorama sobre o nível de satisfação dos pacientes em relação à qualidade dos hospitais públicos, não somente os mantidos pelo governo, mas todos aqueles que prestam assistência pelo SUS no Estado. Os dados são importantes indicadores que norteiam a gestão da saúde paulista”, diz o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas dos 10 melhores hospitais públicos, eleitos pelos usuários SUS/SP
1º - Instituto do Câncer do Estado de São Paulo “Octavio Frias de Oliveira” (capital) –9,652
2º - Hospital Estadual Américo Brasiliense – 9,623
3º - Hospital do Câncer de Barretos – 9,607
4º - Hospital Estadual de Ribeirão Preto – 9,581
5º - Hospital Estadual João Paulo II, de São José do Rio Preto – 9,565
6º - Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Craniofacial (Sobrapar), de Campinas – 9,556
7º - Hospital Regional de Divinolândia – 9,507
8º - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Centrinho) de Bauru –9,477
9º - Hospital Pio XII de São José dos Campos – 9,465
10º– Hospital Estadual de Bauru – 9,449
Interior tem as três melhores maternidades públicas de SP
Na capital, pacientes elegem Hospital Estadual de Sapopemba como a melhor da categoria, segundo Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS
O interior de São Paulo tem as três melhores maternidades públicas do Estado. É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), promovido pela Secretaria de Estado da Saúde com a participação de 204,4 mil pacientes, entre julho e dezembro de 2010.
Em primeiro lugar, com nota média 9,21, ficou a maternidade do Hospital de Base de São José do Rio Preto, seguido pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e pelo o Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) do HC de Campinas (veja relação abaixo). A melhor maternidade pública da capital, segundo as pacientes, é o Hospital Estadual de Sapopemba, da Secretaria, posicionada em quarto lugar no ranking do Estado.
As usuárias receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como a satisfação com o atendimento prestado por médicos e outros profissionais, qualidade das instalações onde a paciente foi internada, permissão para acompanhante, permanência do bebê com a mãe no quarto e procedimentos de analgesia para evitar a dor durante o trabalho de parto.
O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
Melhor maternidade pública do interior, o Hospital de Base de São José do Rio Preto é um complexo médico-assistencial e hospitalar, composto por 574 leitos, dos quais 77 destinados de UTI (Unidades de Terapia Intensiva). Realizou, em 2010, 26,4 mil internações e 1,6 mil partos. Possui uma das maiores emergências do interior paulista, com atendimento mensal de 10 mil pacientes. Já o Hospital Estadual de Sapopemba – a melhor maternidade da capital – tem 169 leitos SUS para internação, distribuídos em uma área de 13.700 m2. Em 2010, realizou 13,4 mil internações e 3,5 mil partos.
“O aperfeiçoamento da assistência às gestantes e ao parto, aliado à humanização do atendimento, vem contribuindo de forma decisiva para melhorar o atendimento nas maternidades e reduzir os índices de mortalidade infantil no Estado”, afirma o secretário do Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas das 10 melhores maternidades públicas, eleitas pelo usuários SUS/SP
Ranking das 10 melhores maternidades públicas do Estado, eleitas pelos usuários do SUS/SP
1º - Hospital de Base de São José do Rio Preto – 9,210
2º - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – 9,162
3º - Caism do Hospital das Clínicas de Campinas – 9,131
4º - Hospital Estadual de Sapopemba (São Paulo) – 9,027
5º - Hospital das Clínicas de Botucatu – 9,004
6º - Santa Casa de Jaú – 8,998
7º - Hospital Estadual de Vila Alpina (São Paulo) – 8,950
8º - Hospital Municipal de Vila Nova Cachoeirinha (São Paulo) – 8,853
9º - Santa Casa de Franca – 8,815
10º - Hospital Municipal de Barueri “Dr. Francisco Moran” – 8,781
O interior de São Paulo tem as três melhores maternidades públicas do Estado. É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS (Sistema Único de Saúde), promovido pela Secretaria de Estado da Saúde com a participação de 204,4 mil pacientes, entre julho e dezembro de 2010.
Em primeiro lugar, com nota média 9,21, ficou a maternidade do Hospital de Base de São José do Rio Preto, seguido pelo Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e pelo o Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher) do HC de Campinas (veja relação abaixo). A melhor maternidade pública da capital, segundo as pacientes, é o Hospital Estadual de Sapopemba, da Secretaria, posicionada em quarto lugar no ranking do Estado.
As usuárias receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como a satisfação com o atendimento prestado por médicos e outros profissionais, qualidade das instalações onde a paciente foi internada, permissão para acompanhante, permanência do bebê com a mãe no quarto e procedimentos de analgesia para evitar a dor durante o trabalho de parto.
O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
Melhor maternidade pública do interior, o Hospital de Base de São José do Rio Preto é um complexo médico-assistencial e hospitalar, composto por 574 leitos, dos quais 77 destinados de UTI (Unidades de Terapia Intensiva). Realizou, em 2010, 26,4 mil internações e 1,6 mil partos. Possui uma das maiores emergências do interior paulista, com atendimento mensal de 10 mil pacientes. Já o Hospital Estadual de Sapopemba – a melhor maternidade da capital – tem 169 leitos SUS para internação, distribuídos em uma área de 13.700 m2. Em 2010, realizou 13,4 mil internações e 3,5 mil partos.
“O aperfeiçoamento da assistência às gestantes e ao parto, aliado à humanização do atendimento, vem contribuindo de forma decisiva para melhorar o atendimento nas maternidades e reduzir os índices de mortalidade infantil no Estado”, afirma o secretário do Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas das 10 melhores maternidades públicas, eleitas pelo usuários SUS/SP
Ranking das 10 melhores maternidades públicas do Estado, eleitas pelos usuários do SUS/SP
1º - Hospital de Base de São José do Rio Preto – 9,210
2º - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto – 9,162
3º - Caism do Hospital das Clínicas de Campinas – 9,131
4º - Hospital Estadual de Sapopemba (São Paulo) – 9,027
5º - Hospital das Clínicas de Botucatu – 9,004
6º - Santa Casa de Jaú – 8,998
7º - Hospital Estadual de Vila Alpina (São Paulo) – 8,950
8º - Hospital Municipal de Vila Nova Cachoeirinha (São Paulo) – 8,853
9º - Santa Casa de Franca – 8,815
10º - Hospital Municipal de Barueri “Dr. Francisco Moran” – 8,781
Franca tem a melhor farmácia pública do Estado
Unidade recebe nota 9,56 em pesquisa de satisfação respondida por 204 mil usuários do SUS
A cidade de Franca, no interior paulista, tem a melhor farmácia pública de medicamentos especializados do Estado de São Paulo. É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários dos SUS (Sistema Único de Saúde), promovida pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com a participação de 204,4 mil pacientes, entre julho e dezembro de 2010.
O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública. Pela primeira vez, a pesquisa contemplou a avaliação dos pacientes que retiram medicamentos especializados em farmácias públicas.
Os usuários receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como tempo de espera para receber o medicamento, disponibilidade dos remédios nas farmácias e satisfação com o atendimento prestado pelos funcionários das unidades. Cada formulário respondido gerou uma nota.
A farmácia do Departamento Regional de Franca recebeu 9,56 (veja os cinco primeiros abaixo). A unidade eleita como a melhor do Estado de São Paulo atende uma média de 550 pacientes, vindos de 22 municípios da região, e dispensa cerca de 250 medicamentos para doenças de alta complexidade.
“A avaliação dos pacientes que retiram medicamentos gratuitamente nas farmácias do Estado é um instrumento importante para que possamos aperfeiçoar cada vez mais a logística de entrega e o adequado atendimento aos usuários”, afirma o Secretario de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas das 10 melhores farmácias públicas de medicamentos especializados, eleitas pelos usuários SUS/SP
1º - Farmácia do Departamento Regional de Saúde de Franca – 9,564
2º - Farmácia do Ambulatório Regional de Saúde Mental de Presidente Prudente – 9,560
3º - Farmácia do Departamento Regional de Saúde de São José do Rio Preto – 9,500
4º - Farmácia Medex do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (São Paulo) – 9,458
5º - Farmácia Medex de Marília – 9,420
A cidade de Franca, no interior paulista, tem a melhor farmácia pública de medicamentos especializados do Estado de São Paulo. É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários dos SUS (Sistema Único de Saúde), promovida pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com a participação de 204,4 mil pacientes, entre julho e dezembro de 2010.
O objetivo do projeto é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública. Pela primeira vez, a pesquisa contemplou a avaliação dos pacientes que retiram medicamentos especializados em farmácias públicas.
Os usuários receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por meio de carta, internet e telefone, avaliando quesitos como tempo de espera para receber o medicamento, disponibilidade dos remédios nas farmácias e satisfação com o atendimento prestado pelos funcionários das unidades. Cada formulário respondido gerou uma nota.
A farmácia do Departamento Regional de Franca recebeu 9,56 (veja os cinco primeiros abaixo). A unidade eleita como a melhor do Estado de São Paulo atende uma média de 550 pacientes, vindos de 22 municípios da região, e dispensa cerca de 250 medicamentos para doenças de alta complexidade.
“A avaliação dos pacientes que retiram medicamentos gratuitamente nas farmácias do Estado é um instrumento importante para que possamos aperfeiçoar cada vez mais a logística de entrega e o adequado atendimento aos usuários”, afirma o Secretario de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.
Ranking e notas das 10 melhores farmácias públicas de medicamentos especializados, eleitas pelos usuários SUS/SP
1º - Farmácia do Departamento Regional de Saúde de Franca – 9,564
2º - Farmácia do Ambulatório Regional de Saúde Mental de Presidente Prudente – 9,560
3º - Farmácia do Departamento Regional de Saúde de São José do Rio Preto – 9,500
4º - Farmácia Medex do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (São Paulo) – 9,458
5º - Farmácia Medex de Marília – 9,420
Pacientes dão nota 8,9 ao SUS paulista
Pesquisa de satisfação ouviu 204 mil usuários de 630 hospitais públicos
Os pacientes dos hospitais públicos do Estado de São Paulo dão nota 8,86 ao SUS (Sistema Único de Saúde). É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS realizada pela Secretaria de Estado da Saúde, com 204,4 mil pessoas.
O levantamento ouviu pacientes internados em 630 instituições hospitalares que atendem pela rede pública no Estado, no período entre julho e dezembro de 2010. A nota média é melhor do que a verificada em 2009, que foi de 8,65.
Além do serviço de internação, as maternidades da rede pública paulista também melhoraram na avaliação dos pacientes. A média obtida foi de 7,98, contra 7,79 em 2009.
Por meio da aplicação de um questionário, respondidos pelos pacientes por meio de carta-resposta, internet e telefone, a pesquisa de satisfação dos usuários SUS conseguiu apontar outros marcadores de avaliação da qualidade do serviço.
Em relação aos pacientes internados, 92,5% apontaram como ótimo ou bom o atendimento médico realizado, 89% aprovaram o serviço de enfermagem e 86,8% relatam como ótima ou boa a estrutura, a conservação e a limpeza de quartos, enfermarias e UTIs das unidades. Além disso, 85,9% aprovaram a sinalização e localização dos quartos e 89,1% classificaram como ótimo ou bom os horários de visita.
Sobre as maternidades, 84,1% das pacientes avaliaram como excelente ou boa a equipe de médicos e enfermeiros e 83,6% aprovaram a estrutura de quartos, enfermarias e UTIs oferecidas pela rede pública de saúde de São Paulo.
A edição de 2010 da Pesquisa de Satisfação dos Usuários SUS também avaliou outros serviços, como as farmácias públicas de medicamentos especializados e serviços que realizam procedimentos de alta complexidade, como quimioterapia, radioterapia, hemodiálise, transplantes e cateterismo.
Dos pacientes que realizaram procedimentos complexos, 93,7% indicaram como excelente ou bom o trabalho executado por médicos e enfermeiros. Além disso, 67% dos pacientes conseguiram agendar seus procedimentos em até 20 dias após o pedido do médico, e 24% deles agendaram para o dia seguinte.
Com relação aos medicamentos especializados, 89,8% dos pacientes indicaram como excelente ou bom o atendimento prestado e 75,1% esperam no máximo uma hora para receberem o remédio.
“A nossa batalha é por melhorar de forma contínua e progressiva os índices de avaliação do serviço público de saúde no Estado. Por este motivo, a pesquisa de satisfação é uma importante ferramenta para a condução de políticas públicas de gestão na área da saúde”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
O objetivo da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
Os pacientes dos hospitais públicos do Estado de São Paulo dão nota 8,86 ao SUS (Sistema Único de Saúde). É o que aponta a mais recente Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS realizada pela Secretaria de Estado da Saúde, com 204,4 mil pessoas.
O levantamento ouviu pacientes internados em 630 instituições hospitalares que atendem pela rede pública no Estado, no período entre julho e dezembro de 2010. A nota média é melhor do que a verificada em 2009, que foi de 8,65.
Além do serviço de internação, as maternidades da rede pública paulista também melhoraram na avaliação dos pacientes. A média obtida foi de 7,98, contra 7,79 em 2009.
Por meio da aplicação de um questionário, respondidos pelos pacientes por meio de carta-resposta, internet e telefone, a pesquisa de satisfação dos usuários SUS conseguiu apontar outros marcadores de avaliação da qualidade do serviço.
Em relação aos pacientes internados, 92,5% apontaram como ótimo ou bom o atendimento médico realizado, 89% aprovaram o serviço de enfermagem e 86,8% relatam como ótima ou boa a estrutura, a conservação e a limpeza de quartos, enfermarias e UTIs das unidades. Além disso, 85,9% aprovaram a sinalização e localização dos quartos e 89,1% classificaram como ótimo ou bom os horários de visita.
Sobre as maternidades, 84,1% das pacientes avaliaram como excelente ou boa a equipe de médicos e enfermeiros e 83,6% aprovaram a estrutura de quartos, enfermarias e UTIs oferecidas pela rede pública de saúde de São Paulo.
A edição de 2010 da Pesquisa de Satisfação dos Usuários SUS também avaliou outros serviços, como as farmácias públicas de medicamentos especializados e serviços que realizam procedimentos de alta complexidade, como quimioterapia, radioterapia, hemodiálise, transplantes e cateterismo.
Dos pacientes que realizaram procedimentos complexos, 93,7% indicaram como excelente ou bom o trabalho executado por médicos e enfermeiros. Além disso, 67% dos pacientes conseguiram agendar seus procedimentos em até 20 dias após o pedido do médico, e 24% deles agendaram para o dia seguinte.
Com relação aos medicamentos especializados, 89,8% dos pacientes indicaram como excelente ou bom o atendimento prestado e 75,1% esperam no máximo uma hora para receberem o remédio.
“A nossa batalha é por melhorar de forma contínua e progressiva os índices de avaliação do serviço público de saúde no Estado. Por este motivo, a pesquisa de satisfação é uma importante ferramenta para a condução de políticas públicas de gestão na área da saúde”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.
O objetivo da Pesquisa de Satisfação dos Usuários do SUS é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Crianças já podem tomar segunda dose da vacina contra a gripe
Para ficarem totalmente protegidos, menores de dois anos devem receber duas doses, com intervalo de 30 dias
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia nesta segunda-feira, 30 de maio, a aplicação da segunda dose da vacina contra a gripe para crianças entre 6 e 23 meses de idade em todo o Estado. O intervalo entre as doses é de um mês.
Balanço da pasta aponta que 727 mil crianças receberam a primeira dose da vacina desde 25 de abril, data de início da campanha. O número representa 80,5% do total de imunizados nesta faixa etária. Mas para ficarem totalmente protegidas contra as complicações do virus Influenza, causador da gripe, as crianças devem receber duas doses.
Em todo o Estado foram vacinados cerca de 5 milhões de paulistas, entre crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas. Os municipios que não atingiram a meta de 80% de cobertura prorrogaram automaticamente a vacinação, e prosseguem oferecendo as doses até 10 de junho.
Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. As doses da campanha sazonal também protegerão a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009. Pela primeira vez, parte das doses de vacina contra a gripe foi produzida integralmente no país, pelo Instituto Butantan, órgão da pasta.
“Os pais e responsáveis pelas crianças têm que estar conscientes da importância de proteger os pequenos contra as complicações da gripe por meio de uma ação simples e gratuita”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h, incluindo finais de semana e feriados.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia nesta segunda-feira, 30 de maio, a aplicação da segunda dose da vacina contra a gripe para crianças entre 6 e 23 meses de idade em todo o Estado. O intervalo entre as doses é de um mês.
Balanço da pasta aponta que 727 mil crianças receberam a primeira dose da vacina desde 25 de abril, data de início da campanha. O número representa 80,5% do total de imunizados nesta faixa etária. Mas para ficarem totalmente protegidas contra as complicações do virus Influenza, causador da gripe, as crianças devem receber duas doses.
Em todo o Estado foram vacinados cerca de 5 milhões de paulistas, entre crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas. Os municipios que não atingiram a meta de 80% de cobertura prorrogaram automaticamente a vacinação, e prosseguem oferecendo as doses até 10 de junho.
Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. As doses da campanha sazonal também protegerão a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009. Pela primeira vez, parte das doses de vacina contra a gripe foi produzida integralmente no país, pelo Instituto Butantan, órgão da pasta.
“Os pais e responsáveis pelas crianças têm que estar conscientes da importância de proteger os pequenos contra as complicações da gripe por meio de uma ação simples e gratuita”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h, incluindo finais de semana e feriados.
Saúde mede nível de contaminação e dependência de fumantes nesta 3ª
Ação, no Páteo do Colégio, incluirá avaliação odontológica para identificar possíveis lesões pré-cancerígenas relacionadas ao tabagismo
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta terça-feira, 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, uma ação especial no centro de São Paulo para alertar a população sobre os riscos do cigarro e de outros produtos derivados do tabaco.
Das 10h às 15h, profissionais do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) estarão no Páteo do Colégio distribuindo folhetos informativos para orientar a população. Também haverá avaliação odontológica, para identificação de possíveis lesões pré-cancerígenas causadas pelo cigarro, cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC) das pessoas e aula de alongamento orientada por um técnico em educação física da unidade.
Durante a ação, também serão realizados testes específicos para medir os níveis de dependência em tabaco e outras drogas. Para os casos que apresentarem alto risco de dependência, será oferecido encaminhamento a serviços especializados que oferecem tratamentos gratuitos.
“Apesar dos fumantes saberem que o cigarro é a causa de cânceres, infartos, enfisemas e outras doenças que podem levar a morte, muitas deles não conseguem largar a dependência. Por isso aproveitaremos o Dia Mundial Sem Tabaco para reforçar o alerta”, diz Stela Regina Martins, diretora do Programa de Atenção ao Tabagista do Cratod.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta terça-feira, 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, uma ação especial no centro de São Paulo para alertar a população sobre os riscos do cigarro e de outros produtos derivados do tabaco.
Das 10h às 15h, profissionais do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas) estarão no Páteo do Colégio distribuindo folhetos informativos para orientar a população. Também haverá avaliação odontológica, para identificação de possíveis lesões pré-cancerígenas causadas pelo cigarro, cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC) das pessoas e aula de alongamento orientada por um técnico em educação física da unidade.
Durante a ação, também serão realizados testes específicos para medir os níveis de dependência em tabaco e outras drogas. Para os casos que apresentarem alto risco de dependência, será oferecido encaminhamento a serviços especializados que oferecem tratamentos gratuitos.
“Apesar dos fumantes saberem que o cigarro é a causa de cânceres, infartos, enfisemas e outras doenças que podem levar a morte, muitas deles não conseguem largar a dependência. Por isso aproveitaremos o Dia Mundial Sem Tabaco para reforçar o alerta”, diz Stela Regina Martins, diretora do Programa de Atenção ao Tabagista do Cratod.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Saúde começa a aplicar 2ª dose da vacina contra a gripe para crianças
Menores de dois anos podem ser levados novamente aos postos de saúde a partir de segunda-feira; intervalo entre doses é de 30 dias
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia na próxima segunda-feira, 30 de maio, a aplicação da segunda dose da vacina contra a gripe para crianças entre 6 e 23 meses de idade em todo o Estado. O intervalo entre as doses é de um mês.
Balanço da pasta aponta que 727 mil crianças receberam a primeira dose da vacina desde 25 de abril, data de início da campanha. O número representa 80,5% do total de imunizados nesta faixa etária. Mas para ficarem totalmente protegidas contra as complicações do virus Influenza, causador da gripe, as crianças devem receber duas doses.
Em todo o Estado foram vacinados cerca de 5 milhões de paulistas, entre crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas. Os municipios que não atingiram a meta de 80% de cobertura prorrogaram automaticamente a vacinação, e prosseguem oferecendo as doses até 10 de junho.
Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. As doses da campanha sazonal também protegerão a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009. Pela primeira vez, parte das doses de vacina contra a gripe foi produzida integralmente no país, pelo Instituto Butantan, órgão da pasta.
“Os pais e responsáveis pelas crianças têm que estar conscientes da importância de proteger os pequenos contra as complicações da gripe por meio de uma ação simples e gratuita”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h, incluindo finais de semana e feriados.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo inicia na próxima segunda-feira, 30 de maio, a aplicação da segunda dose da vacina contra a gripe para crianças entre 6 e 23 meses de idade em todo o Estado. O intervalo entre as doses é de um mês.
Balanço da pasta aponta que 727 mil crianças receberam a primeira dose da vacina desde 25 de abril, data de início da campanha. O número representa 80,5% do total de imunizados nesta faixa etária. Mas para ficarem totalmente protegidas contra as complicações do virus Influenza, causador da gripe, as crianças devem receber duas doses.
Em todo o Estado foram vacinados cerca de 5 milhões de paulistas, entre crianças, gestantes, idosos, profissionais de saúde e indígenas. Os municipios que não atingiram a meta de 80% de cobertura prorrogaram automaticamente a vacinação, e prosseguem oferecendo as doses até 10 de junho.
Este é o primeiro ano que as crianças participam da vacinação contra a gripe. As doses da campanha sazonal também protegerão a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009. Pela primeira vez, parte das doses de vacina contra a gripe foi produzida integralmente no país, pelo Instituto Butantan, órgão da pasta.
“Os pais e responsáveis pelas crianças têm que estar conscientes da importância de proteger os pequenos contra as complicações da gripe por meio de uma ação simples e gratuita”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h, incluindo finais de semana e feriados.
Saúde faz hoje alerta contra o oxi no centro de São Paulo
Profissionais do Cratod irão distribuir 1.000 panfletos e orientar população sobre os riscos da droga, em feira de saúde na estação Brás da CPTM
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta sexta-feira, 27 de maio, um alerta contra o oxi, nova droga que chegou a São Paulo. Das 12h às 17h, profissionais do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas), órgão da pasta, irão distribuir cerca de 1.000 panfletos sobre o tema e orientar a população sobre os riscos do entorpecente, durante feira de saúde na estação Brás da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
Um primeiro levantamento promovido pelo Cratod com 92 pacientes em tratamento de dependência química na unidade apontou que 12% relataram já ter tido contato com a droga. Mas a maioria dos entrevistados, 65%, nunca ouviu falar da droga, o que pode indicar que já usaram oxi sem saber.
Marta Jezierski, diretora do centro de referência, afirma que um dos maiores problemas relacionados ao entorpecente é justamente o fato dele ser relativamente desconhecido.
“Após notarem que os usuários encontram-se sob o efeito de drogas, os traficantes começam a vender oxi como se fosse crack, já que ele é mais barato. O que notamos é que a maioria das pessoas não busca o consumo deste entorpecente, mas acaba o fazendo sem saber”.
No levantamento, quando consultados sobre sua opinião a respeito do oxi, nenhum deles manifestou interesse pela droga. Do total de entrevistados, 22% disseram achar que oxi é pior do que crack e outros 22% classificaram a droga como “devastadora”.
O oxi é considerado uma variação do crack. Além do efeito ainda mais devastador à saúde, uma das principais diferenças entre os dois é que, para se obter o crack, durante o preparo são utilizados amoníaco e bicarbonato de sódio. No oxi são usados querosene e cal virgem, substâncias extremamente tóxicas e que podem levar à morte rapidamente, mas que barateiam o custo da droga.
“A conscientização da população sobre este problema é extremamente importante, já que a droga pode acabar com a vida de uma pessoa em um curto período de tempo”, diz a diretora do Cratod.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promove nesta sexta-feira, 27 de maio, um alerta contra o oxi, nova droga que chegou a São Paulo. Das 12h às 17h, profissionais do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e outras Drogas), órgão da pasta, irão distribuir cerca de 1.000 panfletos sobre o tema e orientar a população sobre os riscos do entorpecente, durante feira de saúde na estação Brás da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
Um primeiro levantamento promovido pelo Cratod com 92 pacientes em tratamento de dependência química na unidade apontou que 12% relataram já ter tido contato com a droga. Mas a maioria dos entrevistados, 65%, nunca ouviu falar da droga, o que pode indicar que já usaram oxi sem saber.
Marta Jezierski, diretora do centro de referência, afirma que um dos maiores problemas relacionados ao entorpecente é justamente o fato dele ser relativamente desconhecido.
“Após notarem que os usuários encontram-se sob o efeito de drogas, os traficantes começam a vender oxi como se fosse crack, já que ele é mais barato. O que notamos é que a maioria das pessoas não busca o consumo deste entorpecente, mas acaba o fazendo sem saber”.
No levantamento, quando consultados sobre sua opinião a respeito do oxi, nenhum deles manifestou interesse pela droga. Do total de entrevistados, 22% disseram achar que oxi é pior do que crack e outros 22% classificaram a droga como “devastadora”.
O oxi é considerado uma variação do crack. Além do efeito ainda mais devastador à saúde, uma das principais diferenças entre os dois é que, para se obter o crack, durante o preparo são utilizados amoníaco e bicarbonato de sódio. No oxi são usados querosene e cal virgem, substâncias extremamente tóxicas e que podem levar à morte rapidamente, mas que barateiam o custo da droga.
“A conscientização da população sobre este problema é extremamente importante, já que a droga pode acabar com a vida de uma pessoa em um curto período de tempo”, diz a diretora do Cratod.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Reprodução assistida para soropositivos atende 100 casais em 1 ano
Um casal conseguiu engravidar e outros 20 estão prestes a realizar seus sonhos
O Ambulatório de Reprodução Assistida instalado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo no Centro de Referência em DST/Aids acaba de completar um ano de existência com 100 casais atendidos, 20 em fase de tentativa de gravidez e uma gestação, de um mês, em curso.
Parceria com o Centro de Reprodução Assistida (Crase) da Faculdade de Medicina do ABC, o serviço é destinado a casais soropositivos e sorodiscordantes (em que um dos parceiros, normalmente o homem, é soropositivo). Trata-se do primeiro do gênero com atendimento SUS (Sistema Único de Saúde) do Brasil.
O programa permite aos casais reduzirem ao máximo a chance de transmissão vertical ou mesmo de que ocorra infecção entre os parceiros. Na quase totalidade dos serviços de reprodução assistida no Brasil, o fato de ser portador de HIV é um critério de exclusão dos pacientes.
Nos casos de casais em que ambos são soropositivos, é programada inseminação artificial após a aplicação da técnica de lavagem de esperma. No caso em que o homem é soropositivo e a mulher, não, também é feita a inseminação artificial após a lavagem de esperma. Nos casais em que apenas a mulher é soropositiva é realizada a inseminação artificial.
Para Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP, o ambulatório é um direito dos portadores de HIV/aids que querem ser pais. "As pessoas vivendo com HIV têm direito a uma decisão consciente sobre ter ou não ter filhos, e devem fazê-lo o mais informadas possível quanto a perspectiva de infecção de seus bebês e parceiros(as) soronegativos no momento da concepção", completa.
O serviço localiza-se no Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP e atende pacientes de todo o Estado de São Paulo. Funciona todas as sextas-feiras, a partir das 7h. Casais que desejam se inscrever no ambulatório podem ligar para : (11) 5087-9889.
O Ambulatório de Reprodução Assistida instalado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo no Centro de Referência em DST/Aids acaba de completar um ano de existência com 100 casais atendidos, 20 em fase de tentativa de gravidez e uma gestação, de um mês, em curso.
Parceria com o Centro de Reprodução Assistida (Crase) da Faculdade de Medicina do ABC, o serviço é destinado a casais soropositivos e sorodiscordantes (em que um dos parceiros, normalmente o homem, é soropositivo). Trata-se do primeiro do gênero com atendimento SUS (Sistema Único de Saúde) do Brasil.
O programa permite aos casais reduzirem ao máximo a chance de transmissão vertical ou mesmo de que ocorra infecção entre os parceiros. Na quase totalidade dos serviços de reprodução assistida no Brasil, o fato de ser portador de HIV é um critério de exclusão dos pacientes.
Nos casos de casais em que ambos são soropositivos, é programada inseminação artificial após a aplicação da técnica de lavagem de esperma. No caso em que o homem é soropositivo e a mulher, não, também é feita a inseminação artificial após a lavagem de esperma. Nos casais em que apenas a mulher é soropositiva é realizada a inseminação artificial.
Para Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP, o ambulatório é um direito dos portadores de HIV/aids que querem ser pais. "As pessoas vivendo com HIV têm direito a uma decisão consciente sobre ter ou não ter filhos, e devem fazê-lo o mais informadas possível quanto a perspectiva de infecção de seus bebês e parceiros(as) soronegativos no momento da concepção", completa.
O serviço localiza-se no Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP e atende pacientes de todo o Estado de São Paulo. Funciona todas as sextas-feiras, a partir das 7h. Casais que desejam se inscrever no ambulatório podem ligar para : (11) 5087-9889.
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